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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Vale a pena pensar nisto...

(adaptado de anónimo)

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.

Só você pode evitar que ela vá à falência.

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por si.

Gostaria que se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas reflectir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se um autor da sua própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a DEUS a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “NÃO".

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.

É ter maturidade para dizer: "EU ERREI".

É ter ousadia para dizer: "PERDÃO".

É ter sensibilidade para expressar "EU PRECISO DE TI".

É ter capacidade de dizer "EU AMO-TE".

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades

para você ser feliz...

Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.

Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.

E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo.

Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.

E descobrirá que...

Ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.

Usar as falhas para esculpir a serenidade.

Usar a dor para lapidar o prazer.

Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo.

Jamais desista das pessoas que você ama.

Jamais desista de ser feliz,

pois a vida é um espetáculo imperdível.

E VOCÊ É UM SER HUMANO ESPECIAL!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

...uma questão de nível!

Ter ou não ter nível?

Como se vê o nível de uma pessoa? Pega-se no fio de prumo e aponta-se à cabeça e ... NÃO! A melhor forma de ver o nível das pessoas é apontar outras coisas à cabeça, que não o fio de prumo!

O melhor teste ao nível é fazer algo que o outro reprove! Se tiver nível, analisa, reflecte, responde, agride; caso não o tenha o processo é o seguinte: agride, responde, reflecte as suas frustações e analisa a melhor forma de se vingar. Como se pode ver está tudo lá, o seu conteúdo é o mesmo, só que por uma ordem e sentido "ligeiramente diferente".

No primeiro caso o processo termina com o perdão pelo erro do outro; no segundo caso o processo termina com a falta de perdão em relação a si mesmo! Quero dizer com isto, uma irradiação de "little revenges" uma espécie de "vendetta napolitana" que se perpetua no tempo e nada mais transporta do que o efeito de espelho em causa própria.

Quem não erra? Quem nunca meteu o pé na argola? Quem nunca falhou? Quem nunca desiludiu? A resposta a estas questões só pode ser uma: ninguém! Há seres perfeitos, mas assim tanto ... só me lembro de mim!!!!

Pois bem... aqui chegados, apenas resta a constatação de que todos temos o direito ao erro, à argolada, à falha, à desilusão. Todos, mas todos sem excepção o fazemos. Mas então o que nos destingue? A resposta que dá-mos! Enquanto uns relativizam, respiram, procuram a sua serenidade; outros há que relativizam sua vida, respiram ódio, procuram a guerra! Enquanto uns semeiam paz, outros há que fomentam a guerra; enquanto uns cultivam o amor, outros colhem as ervas daninhas que resultam da falta do mesmo!

Constato sem dificuldade que quando nos é retirado o tapete, a primeira atitude é de revolta! Mas isso tem de ficar eternamente? Isso dá-nos o direito à vingança, ao ódio, ao prejudicar da vida dos outros? Não me parece! A questão aqui é uma. Se ficamos sem tapete temos que perceber se conseguimos caminhar sem ele ou se temos de mudar de direcção! Se caminhamos sem ele ... mostramos coragem, força ... se mudamos de direcção mostramos coragem e força ... só que noutro sentido. Mudamos a vela para captar o vento de outra direcção! Porque razão mudamos de direcção e insistimos em manter a vela numa posição desfavorável ao vento?

Perda de tempo, de paz, de tranquilidade. Que vida temos, se o que nos move é "lixar" o outro que nos tramou! Que motivação é essa? Diria... falta de nível! Ser mesquinho é capacidade de muitos, mas ser mesquinho sem nível ... uau... apenas ao alcance de alguns! Conheço de ambos os géneros! Quando muito fico pelo primeiro!

Um apelo: "Live and let live". Porque não virar a página de um livro que não queremos ler? Melhor, será arrumar com o livro ... mas para isso não temos de o rasgar, atirar, maltratar. No need! Colocamo-lo num gesto "delicodoce"... pode ser que outros o queiram...

Poderia continuar dizendo que o baixo nível estará associado à falta de amor (esta ideia não é minha!). Eu (esta agora é minha!) digo que a falta de nível não é mais do que falta de amor... mas sobretudo amor próprio!

Cresçamos todos um bocadinho... a vida é tão curta. Convém viver a nossa com alegria, nem que seja a espaços! Jamais perder tempo com ódios e ressabiamentos pois arriscamos a ver que a vida passou por nós... e nem tempo nem disposição tivemos para sorrir!

Sorriam... amem ...sejam felizes...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Palavras versus acções! Qual provoca mais danos?

Vale a pena pensar nisto...

Quantos de nós já sentiram na pele serem vítimas das suas próprias palavras! Coisas que dizemos, por vezes da boca para fora, outras que nos escapam sem darmos conta, outras ainda que são interpretadas cegamente sem ponderação. Qualquer um de nós já foi vítima de tal situação, estou certo!

Já dizia Carnegie:

"Paus e pedras podem ferir-me ... mas palavras jamais!"

Se é revestida de toda a lógica a afirmação, é igualmente válido rotulá-la de desprovida de senso. Todos nós sabemos que as palavras nos ferem, nos machucam, nos agridem! É tanto verdade isto, que chegamos a sentir o poder das acções que cometemos, como fraco, sem valor, inferior ao valor e intensidade das palavras que então proferimos.

Os actos, as realizações, as conquistas não serão de dimensão superior às promessas, às afirmações, ao marketing linguístico? Como diz a música "only words" (apenas palavras)!


Vale a pena pensar nisto...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

De pai para filha...

Rosa shopping ... a tua cor!! Não tinha mirtilos!

Hoje, quando te vi

Com um beijo daqueles te presenteei
Corri com muita vontade em direcção a ti
Tu também és minha ... só eu sei!


Sentia saudade e muita dor
Não podem impedir-me de te amar
Por ti ... não duvides só tenho amor
Lutarei contra todos os que nos queiram separar


Tens um pai complicado
Tu ... tudo descomplicas
Quero-te muito ao meu lado...
Anseio pelo momento em que comigo ficas


A ti, te prometo
lutarei de todas as maneiras
Contigo me comprometo
Contigo não farei asneiras


Choro, também por ti
dói... em ti pensar
Mas por ti grito: Estou aqui!
Nunca pararei de te amar.


Amo-te...
Também somos um do outro.
Um dia saberás...