Rosa shopping ... a tua cor!! Não tinha mirtilos!
Hoje, quando te vi
Com um beijo daqueles te presenteei
Corri com muita vontade em direcção a ti
Tu também és minha ... só eu sei!
Sentia saudade e muita dor
Não podem impedir-me de te amar
Por ti ... não duvides só tenho amor
Lutarei contra todos os que nos queiram separar
Tens um pai complicado
Tu ... tudo descomplicas
Quero-te muito ao meu lado...
Anseio pelo momento em que comigo ficas
A ti, te prometo
lutarei de todas as maneiras
Contigo me comprometo
Contigo não farei asneiras
Choro, também por ti
dói... em ti pensar
Mas por ti grito: Estou aqui!
Nunca pararei de te amar.
Amo-te...
Também somos um do outro.
Um dia saberás...
Descarrego quando e quanto quero! Temos dias que é suficiente meia carga, outros, porém, nem a carga completa chega! Este espaço servirá apenas para um único fim: "clismar" o vai na alma do ANTÓnio. Os assuntos? Tudo o que seja necessário. Reflexões várias sobre ... as aprendizagens da vida!! Podem puxar o ANTOclismo. Enviem "coisas" para o seguinte endereço: apintogeo@gmail.com .
segunda-feira, 15 de junho de 2009
De pai para filha...
domingo, 14 de junho de 2009
Os homens também choram!!!
O título deste post reflecte uma espécie de "dimensão proíbida", um tema tabu, para o mundo masculino. Na realidade, os homens choram e ... até mais do que as mulheres!!! Afirmo-o com convicção e correndo o risco dos meus amigos me virarem as costas!
Choram por amor, por saudade, por teimosia, por ... tanta coisa! Choram por não serem tão fortes quanto gostariam, choram em momentos de solidão. Tal como Antony Santos (http://www.imeem.com/quiencontrami/music/5yl_IGp1/antony-santos-lloro/), eu também choro! Sim choro!!! E de que maneira...
Chorar é bom e não é vergonha!!
Reparem na seguinte situação que alguém me enviou (abraço J. Santos) e que não resisto. Até vocês choravam....
(texto adaptado, muuuuuito adaptado!)
Estava eu a ver TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada para fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando a minha esposa se deitou ao meu lado e começou a brincar com minhas 'partes'.
Após alguns minutos ela teve a seguinte ideia: - Por que é que não me deixas depilar os teus 'ovinhos', pois assim eu poderia fazer 'outras coisas' com eles.
Aquela frase foi igual a um sino na minha cabeça. Por alguns segundos imaginei o que seriam 'outras coisas'. Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu a imaginar as 'outras coisas', não tive argumentos para negar e concordei.
Ela pediu-me que me pusesse nu enquanto ia buscar os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei a ver TV, porém a minha imaginação vagueava pelas novas sensações que sentiria e só despertei quando ouvi o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei estranhos aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de 'dona da situação' que deixaria qualquer médico urologista sentir-se um principiante.
Fiquei tranquilo e autorizei o restante processo. Pediu-me para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e libertasse o aceso à zona.
Pegou nos meus ovinhos como quem pega em duas bolinhas de porcelana e começou a espalhar a cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa! O Sr. 'tolas' já estava todo 'pimpão' como quem diz: 'Sou o próximo da fila!'
Pelo início, imaginei quais seriam as 'outras coisas' que aí viriam. Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou-os no plástico com tanto cuidado que eu achei que ia levá-los de viagem. Tentei imaginar onde é que ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet?
Porém, alguns segundos depois ela esticou o 'saquinho' para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro ' A P******TA QUEEEE TE P*RIUUUUUUU', quase gritado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se a pele do meu tin-tin não tinha vindo agarrada. Ela disse-me que ainda restavam alguns pelinhos, e que precisava repetir o processo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!
Segurei o Sr. Esquerdo e o Sr. Direito nas minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazónica em extinção, e fui para a banheira. Sentia o coração bater nas 'pendurezas'.
Abri o chuveiro e foi a primeira vez na minha vida que molhei a salada antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nestes momentos de dor qualquer homem se torna num bebezinho: faz m*rda atrás de m*rda. Peguei no meu gel pós barba com camomila 'que acalma a pele', besuntei as mãos e passei nos 'respectivos'. Foi como se tivesse passado molho de piri-piri. Sentei-me no bidé na posição de 'lavagem checa' e deixei a água acalmar os ditos. Peguei na toalha de rosto e abanei os 'ditos' como quem abana um pugilista após o 10° round.
Olhei para meu 'júnior', coitado, tão alegrezinho uns minutos atrás, e agora estava tão pequeno que mais parecia o irmão gémeo de meu umbigo.
Nesse momento a minha esposa bate à porta da casa de banho e perguntou-me se eu estava bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual a uma gralha. Ela pediu-me para ver como estavam. Eu disse-lhe para olhar mas com meio metro de intervalo e sem tocar em nada, acrescentando que se lhe der para rir ainda vai levar PORRADA!!
Vesti a t-shirt e fui dormir, sem cuecas. Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.
No outro dia de manhã, arranjei-me para ir trabalhar. Os 'ovos' estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca d'antes soprados.
Tentei vestir as boxers, mas nada feito. Procurei algumas mais macias e nada. Vesti as calças mais largas que tenho e fui trabalhar sem nada por baixo.
Entrei na minha secção com uma andar igual ao de um cowboy c*gado. Disse bom dia a todos, mas sem os olhar nos olhos, e passei o dia inteiro trabalhando de pé, com receio de os encostar em qualquer superfície.
Resultado, certas coisas só devem ser feitas pelas mulheres. Não adianta nada tentar misturar os universos masculino e feminino.
Após alguns minutos ela teve a seguinte ideia: - Por que é que não me deixas depilar os teus 'ovinhos', pois assim eu poderia fazer 'outras coisas' com eles.
Aquela frase foi igual a um sino na minha cabeça. Por alguns segundos imaginei o que seriam 'outras coisas'. Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu a imaginar as 'outras coisas', não tive argumentos para negar e concordei.
Ela pediu-me que me pusesse nu enquanto ia buscar os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei a ver TV, porém a minha imaginação vagueava pelas novas sensações que sentiria e só despertei quando ouvi o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei estranhos aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de 'dona da situação' que deixaria qualquer médico urologista sentir-se um principiante.
Fiquei tranquilo e autorizei o restante processo. Pediu-me para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e libertasse o aceso à zona.
Pegou nos meus ovinhos como quem pega em duas bolinhas de porcelana e começou a espalhar a cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa! O Sr. 'tolas' já estava todo 'pimpão' como quem diz: 'Sou o próximo da fila!'
Pelo início, imaginei quais seriam as 'outras coisas' que aí viriam. Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou-os no plástico com tanto cuidado que eu achei que ia levá-los de viagem. Tentei imaginar onde é que ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet?
Porém, alguns segundos depois ela esticou o 'saquinho' para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro ' A P******TA QUEEEE TE P*RIUUUUUUU', quase gritado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se a pele do meu tin-tin não tinha vindo agarrada. Ela disse-me que ainda restavam alguns pelinhos, e que precisava repetir o processo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!
Segurei o Sr. Esquerdo e o Sr. Direito nas minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazónica em extinção, e fui para a banheira. Sentia o coração bater nas 'pendurezas'.
Abri o chuveiro e foi a primeira vez na minha vida que molhei a salada antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nestes momentos de dor qualquer homem se torna num bebezinho: faz m*rda atrás de m*rda. Peguei no meu gel pós barba com camomila 'que acalma a pele', besuntei as mãos e passei nos 'respectivos'. Foi como se tivesse passado molho de piri-piri. Sentei-me no bidé na posição de 'lavagem checa' e deixei a água acalmar os ditos. Peguei na toalha de rosto e abanei os 'ditos' como quem abana um pugilista após o 10° round.
Olhei para meu 'júnior', coitado, tão alegrezinho uns minutos atrás, e agora estava tão pequeno que mais parecia o irmão gémeo de meu umbigo.
Nesse momento a minha esposa bate à porta da casa de banho e perguntou-me se eu estava bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual a uma gralha. Ela pediu-me para ver como estavam. Eu disse-lhe para olhar mas com meio metro de intervalo e sem tocar em nada, acrescentando que se lhe der para rir ainda vai levar PORRADA!!
Vesti a t-shirt e fui dormir, sem cuecas. Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.
No outro dia de manhã, arranjei-me para ir trabalhar. Os 'ovos' estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca d'antes soprados.
Tentei vestir as boxers, mas nada feito. Procurei algumas mais macias e nada. Vesti as calças mais largas que tenho e fui trabalhar sem nada por baixo.
Entrei na minha secção com uma andar igual ao de um cowboy c*gado. Disse bom dia a todos, mas sem os olhar nos olhos, e passei o dia inteiro trabalhando de pé, com receio de os encostar em qualquer superfície.
Resultado, certas coisas só devem ser feitas pelas mulheres. Não adianta nada tentar misturar os universos masculino e feminino.
Chorar não é uma delas ... chorem ... riam ... tenham emoções! Amem e deixem-se amar.... Sorriam ... sejam felizes....
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sábado, 13 de junho de 2009
Parabéns António! Um abraço amigo....
Hoje, 13 de Junho, faz anos o António, o Santo!

Para ele os meus parabéns!
O António (eu), também sou conhecido por alguns milagres, não para arranjar par para casar, mas milagres da multiplicação ... que o digam as notas dos alunos!! (Com o alto patrocínio do M.E. e da Milú).

Cada santo com o seu papel ...
Viva o Stº António ... mas eu prefiro o S. João. Este ano já se comemorou três vezes!!! A próxima será a 24 de Junho!
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Concurso II ... de novo
E esta ... será que conseguem...
Meu amor
Eu nunca irei encontrar palavras, meu amor
Para te dizer como me sinto, meu amor
Simples palavras não poderiam explicar
Precioso amor
Seguraste a minha vida em tuas mãos
Criaste tudo o que sou
Ensinaste-me a viver novamente
Só tu vieste quando eu precisei de um amigo
Acreditaste em mim nos bons e maus momentos
Esta música é para ti
Cheia de gratidão e amor
Deus te abençoe
Tu me fazes sentir renovado
Por Deus me sinto abençoado contigo
Tu me fazes sentir renovado
Eu canto esta música porque
Tu me fazes sentir renovado
Meu amor, quando eu estava inseguro
Tu me levantaste e e me deste segurança
Devolveste-me o meu orgulho
Precioso amigo
Contigo eu sempre terei um amigo
Tu és alguém de quem posso depender
Para trilhar um caminho que às vezes termina
Sem ti
Minha vida não tem sentido nem rima
Como as notas de uma canção desafinada
Como posso recompensar-te
Por teres fé em mim....
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Concurso... quem adivinha? Prémio surpresa!
No Caribe ... com tanto tempo a boiar, deu oportunidade para reflectir e inventar um pouco!!!! Alguém adivinha que música é esta? Haverá um prémio surpresa! Não vale enviar respostas para o email. Tem de ser em forma de comentário ao post... não se esqueçam de se identificar ... tou farto de comentários anónimos!!!!
3,2,1 ... começou...
E agora o fim está próximo
Então eu encaro o desafio final
Meu amigo, Eu vou falar claro
Vou expor o meu caso do qual tenho certeza
Vivi uma vida que foi cheia
Viajei por cada e todas as estradas
E mais, muito mais que isso
Fiz à minha maneira
Arrependimentos, eu tive alguns
Mas então, de novo, tão poucos para mencionar
Fiz, o que eu tinha que fazer
Vi tudo, sem excepção
Planeei cada caminho do mapa
Cada passo, cuidadosamente, no correr do atalho
Oh, mais, muito mais que isso
Fiz tudo à minha maneira
Sim, teve horas, em que tinha certeza
Quando mordi mais do que podia mastigar
Mas, entretanto, quando havia dúvidas
Engoli e cuspi fora
Enfrentei e continuei grande
Fiz à minha maneira
Eu amei, ri e chorei
Tive minhas falhas, minha parte de derrotas
E agora como as lágrimas descem
Acho tudo tão divertido
De pensar que eu fiz tudo
E talvez eu diga, não de uma maneira tímida
Oh não, não eu
Eu fiz à minha maneira
E para que é um homem, o que ele tem
Se nao se tem a si próprio, então ele não tem nada
Para dizer as coisas que ele sente de verdade
E não as palavras que ele deveria revelar
Os factos mostram que eu recebi as desgraças
E ... fiz à minha maneira
terça-feira, 9 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
Esta a chegar (quase) ao fim ... mas deixei ca o curriculum!!!
Balanco final, em algumas palavras:
sol ... -caliente como nunca...
mar... - traquilito....
ambiente ...- paz...
bebida ... -muita (inclui muita agua ... como poderia ser diferente!)!
reflexao .... - muita e da boa!
vida ... - nova, por certo!
futuro ... - mais uma licao de vida!
Viajar sozinho tambem pode revelar surpresas ... muito agradaveis...
Como podemos estar bem com os outros ... se nao estamos connosco? Vou em paz comigo ... tranquilo ... feliz ... apaixonado ... sereno ... bem! Resta agora enfrentar o mundo real ... as as baterias estao carregadas!
Caribe .... sempre .... ate um dia ... volvere!
segunda-feira, 25 de maio de 2009
...
Alguém descobre onde fica este local?
Se advinharem o local podem ganhar um presente-surpresa!!!
Rápido o tempo urge... façam as vossas apostas!
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Cúmulo da Rapidez
Passar de bestial a besta.
Com ou sem motivo esta é uma das viagens mais rápidas.
Com ou sem motivo esta é uma das viagens mais rápidas.
Já imaginaram quão vulneráveis somos? Pelo menos aos olhos dos outros e ao seu juízo “divinamente celestial”! Quantos de nós não foram idolatrados, mimados, colocados num pedestal e … de um momento para o outro, como que por artes mágicas, deixaram de ter valor! Uau! Como é maravilhosa a mente humana!
O ser humano funciona a duas velocidades: ou estás comigo e és o maior, ou estás “sem migo” e não vales nada. Curiosa esta posição! Onde está a aceitação da diferença? Onde estão os valores de cidadania que apelam à compreensão e aceitação dos valores do outro? Onde está a tolerância?
A resposta é fácil! NIMBY!!!! Not In My Back Yard. Nós por cá temos um dito mais interessante: “Pimenta no rabo dos outros é refresco!” (quem inventou este devia deixar essas experiências de lado, para seu bem). Mas voltando ao fio condutor … quando acontece com os outros é fácil … mas connosco, a conversa é outra! O interessante é ver até onde chega a ousadia humana, até onde vai a irracionalidade … ou será o nosso lado selvagem a vir à tona? Apesar do cérebro (que muitos ainda não perceberam para que serve!!) não deixamos de ser animais… e é nesses momentos em que outros nos ferem que o mostramos de forma mais clara!
Mesmo assim … e “apesar de toda a vossa estupidez humana, vou dar-vos mais uma oportunidade” dizia Deus para os homens (Zink). Sem querer comparar-me ao divino (que Deus o tenha!) acho que é a posição correcta. O ser humano é digno de todas as oportunidades, por mim continuará a merecer respeito e admiração, desde que não seja político ou advogado (devo acrescentar professor?. Depois de ser avaliado decido!!!) . Todas as outras actividades, sem excepção me merecem respeito, em especial aquela que ocupa maior parte da população – desempregados!!! (Não se esqueçam de ir votar!!!)
O ser humano é espectacular! Cada dia que passa me divirto mais, com a sua capacidade inventiva, com a sua especial apetência para a perda de tempo, o seu encanto para complicar o que é simples, a sua vontade de arranjar problemas, onde eles não existem, a sua capacidade/competência para o boato, especulação, ânsia de satisfação da curiosidade!
Que outro animal me dá tamanha programação? (Alguns amigos meus estão a pensar: “porque razão estás a falar da minha mulher?) O Ser humano … versão completa e compatível com qualquer realidade! Caso ainda não tenham percebido … eu admiro o ser humano, aliás por vezes, sinto-me parte integrante … só por vezes! Alguns factos deixam-me dúvidas, vejamos: não votei Sócrates, não acho piada ao Magalhães, tenho emprego(s).
O ser humano funciona a duas velocidades: ou estás comigo e és o maior, ou estás “sem migo” e não vales nada. Curiosa esta posição! Onde está a aceitação da diferença? Onde estão os valores de cidadania que apelam à compreensão e aceitação dos valores do outro? Onde está a tolerância?
A resposta é fácil! NIMBY!!!! Not In My Back Yard. Nós por cá temos um dito mais interessante: “Pimenta no rabo dos outros é refresco!” (quem inventou este devia deixar essas experiências de lado, para seu bem). Mas voltando ao fio condutor … quando acontece com os outros é fácil … mas connosco, a conversa é outra! O interessante é ver até onde chega a ousadia humana, até onde vai a irracionalidade … ou será o nosso lado selvagem a vir à tona? Apesar do cérebro (que muitos ainda não perceberam para que serve!!) não deixamos de ser animais… e é nesses momentos em que outros nos ferem que o mostramos de forma mais clara!
Mesmo assim … e “apesar de toda a vossa estupidez humana, vou dar-vos mais uma oportunidade” dizia Deus para os homens (Zink). Sem querer comparar-me ao divino (que Deus o tenha!) acho que é a posição correcta. O ser humano é digno de todas as oportunidades, por mim continuará a merecer respeito e admiração, desde que não seja político ou advogado (devo acrescentar professor?. Depois de ser avaliado decido!!!) . Todas as outras actividades, sem excepção me merecem respeito, em especial aquela que ocupa maior parte da população – desempregados!!! (Não se esqueçam de ir votar!!!)

O ser humano é espectacular! Cada dia que passa me divirto mais, com a sua capacidade inventiva, com a sua especial apetência para a perda de tempo, o seu encanto para complicar o que é simples, a sua vontade de arranjar problemas, onde eles não existem, a sua capacidade/competência para o boato, especulação, ânsia de satisfação da curiosidade!
Que outro animal me dá tamanha programação? (Alguns amigos meus estão a pensar: “porque razão estás a falar da minha mulher?) O Ser humano … versão completa e compatível com qualquer realidade! Caso ainda não tenham percebido … eu admiro o ser humano, aliás por vezes, sinto-me parte integrante … só por vezes! Alguns factos deixam-me dúvidas, vejamos: não votei Sócrates, não acho piada ao Magalhães, tenho emprego(s).
Concluo então: NÃO SOU NORMAL … e ainda bem!!
Um abraço!
Um abraço!
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segunda-feira, 20 de abril de 2009
Team Building - CFPSA
Deixo aqui os links de uma actividade original, fantástica, realizada pela equipa do CFPSA (Centro Profissional para o Sector Alimentar).
A toda essa maravilhosa equipa ... o meu muito OBRIGADO!
boas viagens ...
"Roda dos Ventos"
... e como rodam os ventos ...
A origem da expressão vem de longe e não a vou contar ... tenho vergonha na cara! (...alguma!)
Ele há coisas ...
Tanto tempo depois, a expressão assenta que nem uma luva! De facto o vento rodou e, qual rajada forte (grau 7 na escala de Beaufort), mudou tudo ...
Venho por este meio documentar mais uma viagem.. desta vez não para qualquer destino paradisíaco, mas para outro tipo de paraíso. Esta migração, não por motivos de lazer, prende-se com o regresso à base, às origens.
Trata-se de uma viagem de longa pemanência por terras de Leça da Palmeira (o bom filho, a casa torna!) que pretende impulsionar uma nova fase no meu percurso de vida. O ambiente é bom, o espaço o ideal ... estão reunidas as condições para que esta viagem, seja mais uma com a chancela de sucesso.

Não se esqueçam ...
"Não somos nós que fazemos as viagens, são as viagens que nos fazem a nós!"
quinta-feira, 12 de março de 2009
EFA NS TA ... FIM!
12 de Março de 2009 ...
... mais dia ... igual a tantos outros ... ou não!
Hoje, os sentimentos que me invadem são numerosos e contraditórios! A única palavra que me ocorre é ... alívio! Porquê? Por ter virado mais uma página, por ter conduzido o barco a bom porto. Por ter "aligeirado" a carga sobre os meus ombros, por ter, também eu, dado início a uma nova fase de vida ... pessoal e profissional.
A todos que, durante o longo percurso de ano e meio, fizeram parte da minha vida, o meu OBRIGADO! A todos, e de forma individual, os saúdo, parabenizo, e faço votos de muito sucesso.
A todos, de forma individual, que me ensinaram algo de novo. O quê? Ensinaram-me que ...
"o somatório de todas as partes é sem dúvida maior ... muito maior, que o todo no conjunto"
Até sempre ... digo eu!
... mais dia ... igual a tantos outros ... ou não!
Hoje, os sentimentos que me invadem são numerosos e contraditórios! A única palavra que me ocorre é ... alívio! Porquê? Por ter virado mais uma página, por ter conduzido o barco a bom porto. Por ter "aligeirado" a carga sobre os meus ombros, por ter, também eu, dado início a uma nova fase de vida ... pessoal e profissional.
A todos que, durante o longo percurso de ano e meio, fizeram parte da minha vida, o meu OBRIGADO! A todos, e de forma individual, os saúdo, parabenizo, e faço votos de muito sucesso.
A todos, de forma individual, que me ensinaram algo de novo. O quê? Ensinaram-me que ...
"o somatório de todas as partes é sem dúvida maior ... muito maior, que o todo no conjunto"
Até sempre ... digo eu!
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Carnavalices...
Pois bem caros amigos ...
Esta é uma época estranha ...muito estranha!
Nunca fui dado a estas coisas, mas os meus formandos conseguem de mim proezas muuuuuuito estranhas! Tantos anos a construir uma imagem e ... de repente...
Reparem bem na figurinha que me obrigam a fazer!
Numa imagem vêem uma personagem já famosa, no desenvolver de um teatrinho no CFPSA (Curso EFA B3 Pastelaria/Panificação), o excente chefe de cozinha: "Pepe Ultra-Rápido".

Num outro registo, bem mais adequado ao perfil, o espírito de missão toma conta de mim e vagueia, espalhando a sua mensagem. Este, no âmbito do For-Mar com o Curso EFA B2 Operador de Transformação de Pescado (2008/2009).


Ele há coisas ...
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domingo, 15 de fevereiro de 2009
Esta postagem foi feita no âmbito de uma actividade de formação realizada com um grupo Efa no Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar (CFPSA-Porto). Aqui fica...
No âmbito do tema da diversidade cultural foi proposto ao grupo a realização de um trabalho ambicioso. Este, consistia na construção de um mapa-mundo/mural que espelhasse a diversidade de trajes (vestuário) e construção arquitectónica típicos de vários pontos do globo. Sem querer ser rigorosamente exaustivo nessa busca, tínhamos como principais objectivos a constatação da multiplicidade de realidades e, numa segunda fase, o esforço de nos colocarmos no papel daquelas diversas realidades, procurando imaginar como seria o dia-a-dia daquelas populações. Uma excelente atitude de cidadania!
O primeiro resultado do qual vos dou conta é então o mapa construído. Intitulado “Um só mundo … múltiplas culturas” retrata-nos de forma imagética a diversidade de geografias vividas por cada um dos povos mundiais.
O primeiro resultado do qual vos dou conta é então o mapa construído. Intitulado “Um só mundo … múltiplas culturas” retrata-nos de forma imagética a diversidade de geografias vividas por cada um dos povos mundiais.

Mais importante que esse “mosaico” cultural é o esforço, por vezes superior à mente humana, que é o de se colocar em perspectiva, vivenciar o ponto de vista do outro, vivenciar a realidade de outro por breves minutos que seja. Esse descentrar dará certamente origem a diversos “cocktails” de situações que nem sequer existem, libertará um conjunto de ideias pré-concebidas sobre conceitos tipificados que vigoram na opinião pública em geral. Exaltem-se esses estereótipos…
(artigo publicado enquanto formador de Cidadania e Empregabilidade, do curso EFA B3 do CFPSA)
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Será?
Aqui vai a letra de uma música/poesia que me diz muito...
Pedro Abrunhosa - Será
Será que ainda me resta tempo contigo
ou já te levam balas de um qualquer inimigo
Será que soube dar-te tudo o que querias
ou deixei-me morrer lento no lento morrer dos dias
Será que fiz tudo o que podia fazer
ou fui mais um cobarde nao quis ver sofrer
Será que lá longe ainda o céu é azul
ou já o negro cinzento confude o norte com o sul
Será que a tua pele ainda é macia
ou é a mão que me treme sem ardor nem magia
Será que ainda te posso valer
ou já a noite descobre a dor que encobre o prazer
Será que é de febre este fogo
este grito cruel que da lebre faz lobo
Será que amanha ainda existe para ti
ou ao ver-te nos olhos te beijei e morri
Será que lá fora os carros passam ainda
ou estrelas cairam e qualquer sorte é bem vinda
Será que a cidade ainda está como dantes
ou cantam fantasmas e bailam gigantes
Será que o sol se põe do lado do mar
ou a luz que me agarra é sombra de luar
Será que as casas cantam e as pedras do chão
ou calou-se a montanha rendeu-se o vulcão
Será que sabes que hoje é domingo
ou os dias nao passam são anjos caindo
Será que me consegues ouvir
ou é tempo que pedes quando tentas sorrir
Será que sabes que te trago na voz
que o teu mundo é o meu mundo e foi feito por nós
Será que te lembras da cor do olhar
quando juntos a noite não quer acabar
Será que sentes esta mão que te agarra
que te prende com a força do mar contra a barra
Será que consegues ouvir-me dizer
que te Amo tanto quanto outro dia qualquer
Eu sei que tu estarás sempre por mim
não há noite sem dia nem dia sem fim
Eu sei que me queres e me Amas também
me desejas agora como nunca ninguém
Não partas entao não me deixes sozinho
vou beijar o teu chão e chorar o caminho.
Será, Será ...
Lindo ... Digo eu...
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O Certo e o Errado - valsa desencontrada!
De entre os itens elencados assinale os, que segundo a sua opinião, são atitudes correctas:
1- Cortar plantas num jardim;
2-Queimar a floresta;
3-Assaltar uma farmácia;
4-Mandar a baixo uma torre de escritórios;
Se não assinalou nenhum poderá estar no caminho certo, mas se assinalou todos ou apenas alguns, pode também estar no caminho certo!
Vejamos.
Se eu disser que a acção 1 está a ser desenvolvida por um jardineiro, a sua opinião altera-se?
Se referir que a acção 2 é praticada pelos agricultores de subsistência que praticam a agricultura itinerante de queimada, a sua opinião muda?
Se acrescentar que o assalto à farmácia foi para recolher um medicamento e salvar uma vida em segundos, a sua opinião muda?
Se acrescentar que a torre foi implodida, de forma planeada, para dar lugar a um hospital, a sua opinião muda?
Sem ver as respostas dadas, concluo por vocês o seguinte: Tudo é relativo!!
Essa relatividade é um jogo, um movimento de cintura entre o que é certo e o que é errado ...
Já agora vale a pena pensar nisto...

Digo eu... são coisas que eu penso... coisas que digo...
London, Fev '09
A viagem que de seguida vou narrar foi realizada num contexto diferente do habitual. Foi realizada no âmbito de um Curso de Formação e Educação de Adultos de Nível Secundário que está na sua fase de conclusão e que eu tive o prazer de coordenar.
Digo eu... são coisas que eu penso... coisas que digo...
London,
5 de Fevereiro de 2009.
Qual iniciativa, qual sonho, qual ideia, qual Objectiv@, qual... qualquer que tenha sido o propósito... chegamos!Na realidade, enquanto alguns tentam minimizar e usar o “complicómetro”, há alguém que ousa o impossível e, como por artes mágicas, tal desejo torna-se tangível.No âmbito do Curso EFA NS TA (2007-2009) realizado no Forpescas/FOR-MAR, o grupo decidiu desejar o impossível, o improvável, a novidade...A mim, enquanto (ir)responsável por este grupo, só me restou uma opção -dizer sim (ainda não aprendi a dizer NAO! E desta vez ainda bem!). Mas mais do que dizer que sim, tal tarefa tornou-se, para mim, mais um objectivo a atingir no Curso com o grupo. Como se para mim viajar não fosse em si mesmo um objectivo (de vida!)
Bom ... a ideia surgiu e com o tempo foi ganhando corpo e firmeza. Projecto abraçado, não por todos (cujo facto lamento) mas, com a dedicação de muitos revelou-se sério, capaz e com sentido!
5 Fev’09…
Cá estamos em Londres, um grupo de 13 pessoas com boa disposição, alegria e uma boa dose de loucura (enfrentar as agruras do tempo com temperaturas negativas, naquele que se revela ser o Inverno mais rigoroso das últimas décadas).Durante o voo ocorreu-me uma daquelas idiotices do costume e disse: “Este é um grupo 100%. Segundo as leis mais básicas da Matemática estamos 55% dos formadores e 45% dos formandos, ou seja … 100%”. É obvio que nas conversas de todos são lembrados todos aqueles que, por uma ou outra razão não estiveram connosco. De forma diferente, também contribuíram para este projecto … também são parte do grupo.Voltando à viagem … o denominador comum é o frio! Temperaturas que rondam os zero graus e com uma sensação de frio na ordem dos dez graus negativos, lá iniciámos o plano/roteiro traçado.Assim, depois da instalação no Hotel seleccionado - “Eden Plaza Hotel” em Kensington, a manhã seguinte deu início à nossa jornada.

6 Fev ‘09
Começamos por experimentar as sensações do Metro de Londres “… Mind a Gap”, que nos conduziu até ao primeiro ponto de paragem – Buckingham Palace. Depois de umas snapshots aos aposentos reais, ricamente decorados pela neve nos jardins, lá percorremos esse espaço sempre com o ranger de dentes, não por temor à majestade, mas pelo frio que nos acompanhava.O nosso périplo lá continuou pelo St. James’s Park cujas águas lacustres eram espessas, geladas e onde os patos não nadavam, mas andavam em passos desconfiados…
Passagem breve pelos Horseguards, onde podemos assistir ao render, seguindo de imediato por Downning Street, cujas obras perduram no tempo (já existiam em Agosto de 2008 quando visitei pela última vez) e cujo zelo pela segurança parece ser cada vez mais apertado, factos que impossibilitam o desfrute dessa emblemática residência do número 10. Seguimos sem perder tempo para a Abadia de Westminster, Parliament e Big Ben. Nesse momento – 12 horas em ponto, sentimos o pulsar do mais famoso e pontual relógio do mundo. O frio ainda nos acompanhava … e a chuva … e a neve!
Com coragem e com o conforto da refeição, lá desafiamos a gravidade e ousamos ver Londres do céu. O Londons Eye, novo ex-libris da capital do Reino Unido, foi o passo seguinte. Poucos foram os corajosos a desafiar as alturas mas, certamente que a experiência valeu a pena … não foi Susana? (tremeu um pouco mas nada de grave). As vistas da névoa e da neve (pouca) que insistia em cair fizeram alargar horizontes e permitiram ter uma panorâmica de grande parte do espaço urbano londrino.
Outra landmark da cidade foi o destino seguinte – London Bridge. Admirável, pela originalidade e imponência, unifica duas partes bem distintas. A nossa visita fez-se de saltos na história e deixando este emblemático ícone, retrocedemos na linha do tempo até à Tower of London. Aí o misticismo assume ainda mais enfoque e toda uma imagética nos ocorre.
Dando um novo salto temporal, bem mais para o presente futurista nos deparamos com a zona de Piccadilly Circus. Toda a simbologia da imagem comanda e dá riqueza àquela área “neonnizada”, fruto da cultura liberal do capitalismo. Local ideal para as compras (a preço reduzido, pois também por aqui as agruras da economia se fazem sentir … quem diria!), lá percorremos algumas artérias até desembocar na Tragfalgar Square, junto à National Gallery. Agora sim … a neve aparecia mais amiúde e o frio era cortante…A noite caía e o regresso para uma refeição reconfortante era o desejo, não antes sem experimentarmos o undergroud como ainda não o tínhamos sentido – hora de ponta!! “(Re)Mind a Gap”.
Depois da degustação e dos efeitos do calor da refeição, as forças saíram reforçadas e a noite de descanso (!!!!????!!!!) foi possível.7 Fev ‘09No dia seguinte, prontos para mais uma jornada lá recomeçamos …O frio continuava …Pela manhã bem cedinho e seguindo o plano “Dettol”, dirigimo-nos a Nothing Hill, mais concretamente até “Portobello Market”. Este local, único, místico, curioso, frenético … tinha um ritmo agitado. Depois de alertados, pela polícia, para a existência de “Pickpockets” (“remexedores de bolsos”), lá fomos acotovelando este e aquele em busca de observar as “esquisitices” passíveis de serem adquiridas. Tudo o que é possível de imaginar … está lá!!! Outra característica deste lugar é a excentricidade, uma paranóia colectiva, um cocktail de loucuras, que transborda e se vê nas características das casas, das pessoas, do ambiente.Quando olhamos para o relógio, era já hora de saciar o bichinho da alimentação. Mais uma vez e com recurso fácil à “fast-food” lá “enchemos o papo”.
O plano continuava, agora numa fase de ajustes e reajustes até à definição do ponto seguinte - British Museum. Este local foi uma surpresa assinalável. Parte um - era grátis; parte dois era a aula de história Mundial que nos custou a apreender nos tempos de estudante. Quanto a ponto um, podemos dizer que é uma lição; quanto ao ponto dois, podemos dizer que é uma aula com recurso a diferentes recursos (passe a repetição), pleonasmado sim de exemplos, marcas, sinais, momentos, vestígios, tudo alinhado numa continuidade temporal. Neste percurso mais ou menos (des)alinhado lá percorremos diversas civilizações, diversas geografias temporais. Uma tarde não é suficiente, mas as pernas já se queixavam … pedindo que entrássemos na “civilização do Spa”. Mas … apesar das queixas físicas o percurso diário não acabou e a cereja em cima do bolo foi o Hyde Park. Podendo agora desfrutar de toda a frieza climática, mais intensa do que a do famoso “Jack – o estripador” e relaxando ao sabor dessa brisa tínhamos um objectivo – encontrar uma “cache” na imensidão do parque (o Geocaching do Engenheiro sempre presente!). A noite caía e os resultados tardavam em aparecer, mas perante a desilusão, havia alguém que se divertia – era ver o Domingos e o Rui numa luta de bolas de neve … o que os putos se divertiam! Depois de tanta insistência lá … desistimos. Desta vez (e pareceu-me ser a única) uma cache ficou por encontrar. O Miguel fez beicinho, mas lá o animámos com o calor do grupo, no caminho para os nossos aposentos.

Seguiu-se uma hora de relaxamento nos quartos para se seguir a hora da refeição mais desejada. Após o jantar, os resistentes (todos excepto os mete-nojo António e Joana) lá foram conviver com os beefs até um bar da zona. O que lá se passou, apenas no dia seguinte o soube … e adormeci!Mas tive que acordar pois fui invadido por grande parte do grupo para uma espécie de “Tertúlia sobre assuntos mundanos”. Nem sei quantos eram a entrar pelo quarto dentro… mas entre os entraram e saíram, lá ficaram quatro. A conversa durou … durou e os assuntos (importantes) vão ficar em segredo (cada um que faça o melhor uso deles…!). Foi uma troca de experiências interessante, uma excelente sessão de cidadania.
Passadas algumas horas … o pessoal ia aterrando … até à manhã seguinte!
8 de Fev. – Dia do Regresso
Numa espécie de sondagem à boca das urnas, cerca de 95% do grupo era da opinião que a viagem deveria continuar mais um ou dois dias. Bom sinal!Esta manhã, ainda livre, serviu para cada um explorar as vistas/visitas que iam de encontro à sua vontade individual. Assim, enquanto uns preferiram um passeio a pelas ruas da cidade, outros continuaram a exploração cultural (Mme Tussaud’s, Museu de História Natural, Imperial War Museum, …).O Big Ben … cruel … assinalava as 14 horas – hora de reunir as tropas e preparar o regresso. A vontade de voltar era muito reduzida, mas nada havia a fazer … só nos restava regressar à vida real!
Lá apanhamos o transfer em direcção ao aeroporto, gozando nesse trajecto das últimas vistas (Piccadilly, Chinatown, …).
A viagem de avião e … aterramos no nosso ponto de origem e … pronto … despedimo-nos…
Esta viagem vai ficar gravada na memória de todos, mas nem que fosse apenas na memória de um, já tinha valido a pena. Ficará marcada em cada um de forma diferente, pois também todos nós somos diferentes… mas apesar das nossas diferenças … ousamos em comum sonhar e conseguimos realizar um projecto comum.
Realizar.
Digo eu …
Até sempre … EFA NS TA
António Pinto
Obrigado a todos os que me proporcionaram esta experiência ...
Obrigado amigos ...
Digo eu... são coisas que eu penso... coisas que digo...
London,
5 de Fevereiro de 2009.
Qual iniciativa, qual sonho, qual ideia, qual Objectiv@, qual... qualquer que tenha sido o propósito... chegamos!Na realidade, enquanto alguns tentam minimizar e usar o “complicómetro”, há alguém que ousa o impossível e, como por artes mágicas, tal desejo torna-se tangível.No âmbito do Curso EFA NS TA (2007-2009) realizado no Forpescas/FOR-MAR, o grupo decidiu desejar o impossível, o improvável, a novidade...A mim, enquanto (ir)responsável por este grupo, só me restou uma opção -dizer sim (ainda não aprendi a dizer NAO! E desta vez ainda bem!). Mas mais do que dizer que sim, tal tarefa tornou-se, para mim, mais um objectivo a atingir no Curso com o grupo. Como se para mim viajar não fosse em si mesmo um objectivo (de vida!)
Bom ... a ideia surgiu e com o tempo foi ganhando corpo e firmeza. Projecto abraçado, não por todos (cujo facto lamento) mas, com a dedicação de muitos revelou-se sério, capaz e com sentido!
5 Fev’09…
Cá estamos em Londres, um grupo de 13 pessoas com boa disposição, alegria e uma boa dose de loucura (enfrentar as agruras do tempo com temperaturas negativas, naquele que se revela ser o Inverno mais rigoroso das últimas décadas).Durante o voo ocorreu-me uma daquelas idiotices do costume e disse: “Este é um grupo 100%. Segundo as leis mais básicas da Matemática estamos 55% dos formadores e 45% dos formandos, ou seja … 100%”. É obvio que nas conversas de todos são lembrados todos aqueles que, por uma ou outra razão não estiveram connosco. De forma diferente, também contribuíram para este projecto … também são parte do grupo.Voltando à viagem … o denominador comum é o frio! Temperaturas que rondam os zero graus e com uma sensação de frio na ordem dos dez graus negativos, lá iniciámos o plano/roteiro traçado.Assim, depois da instalação no Hotel seleccionado - “Eden Plaza Hotel” em Kensington, a manhã seguinte deu início à nossa jornada.
6 Fev ‘09
Começamos por experimentar as sensações do Metro de Londres “… Mind a Gap”, que nos conduziu até ao primeiro ponto de paragem – Buckingham Palace. Depois de umas snapshots aos aposentos reais, ricamente decorados pela neve nos jardins, lá percorremos esse espaço sempre com o ranger de dentes, não por temor à majestade, mas pelo frio que nos acompanhava.O nosso périplo lá continuou pelo St. James’s Park cujas águas lacustres eram espessas, geladas e onde os patos não nadavam, mas andavam em passos desconfiados…
Passagem breve pelos Horseguards, onde podemos assistir ao render, seguindo de imediato por Downning Street, cujas obras perduram no tempo (já existiam em Agosto de 2008 quando visitei pela última vez) e cujo zelo pela segurança parece ser cada vez mais apertado, factos que impossibilitam o desfrute dessa emblemática residência do número 10. Seguimos sem perder tempo para a Abadia de Westminster, Parliament e Big Ben. Nesse momento – 12 horas em ponto, sentimos o pulsar do mais famoso e pontual relógio do mundo. O frio ainda nos acompanhava … e a chuva … e a neve!
Com coragem e com o conforto da refeição, lá desafiamos a gravidade e ousamos ver Londres do céu. O Londons Eye, novo ex-libris da capital do Reino Unido, foi o passo seguinte. Poucos foram os corajosos a desafiar as alturas mas, certamente que a experiência valeu a pena … não foi Susana? (tremeu um pouco mas nada de grave). As vistas da névoa e da neve (pouca) que insistia em cair fizeram alargar horizontes e permitiram ter uma panorâmica de grande parte do espaço urbano londrino.
Outra landmark da cidade foi o destino seguinte – London Bridge. Admirável, pela originalidade e imponência, unifica duas partes bem distintas. A nossa visita fez-se de saltos na história e deixando este emblemático ícone, retrocedemos na linha do tempo até à Tower of London. Aí o misticismo assume ainda mais enfoque e toda uma imagética nos ocorre.
Dando um novo salto temporal, bem mais para o presente futurista nos deparamos com a zona de Piccadilly Circus. Toda a simbologia da imagem comanda e dá riqueza àquela área “neonnizada”, fruto da cultura liberal do capitalismo. Local ideal para as compras (a preço reduzido, pois também por aqui as agruras da economia se fazem sentir … quem diria!), lá percorremos algumas artérias até desembocar na Tragfalgar Square, junto à National Gallery. Agora sim … a neve aparecia mais amiúde e o frio era cortante…A noite caía e o regresso para uma refeição reconfortante era o desejo, não antes sem experimentarmos o undergroud como ainda não o tínhamos sentido – hora de ponta!! “(Re)Mind a Gap”.
Depois da degustação e dos efeitos do calor da refeição, as forças saíram reforçadas e a noite de descanso (!!!!????!!!!) foi possível.7 Fev ‘09No dia seguinte, prontos para mais uma jornada lá recomeçamos …O frio continuava …Pela manhã bem cedinho e seguindo o plano “Dettol”, dirigimo-nos a Nothing Hill, mais concretamente até “Portobello Market”. Este local, único, místico, curioso, frenético … tinha um ritmo agitado. Depois de alertados, pela polícia, para a existência de “Pickpockets” (“remexedores de bolsos”), lá fomos acotovelando este e aquele em busca de observar as “esquisitices” passíveis de serem adquiridas. Tudo o que é possível de imaginar … está lá!!! Outra característica deste lugar é a excentricidade, uma paranóia colectiva, um cocktail de loucuras, que transborda e se vê nas características das casas, das pessoas, do ambiente.Quando olhamos para o relógio, era já hora de saciar o bichinho da alimentação. Mais uma vez e com recurso fácil à “fast-food” lá “enchemos o papo”.
O plano continuava, agora numa fase de ajustes e reajustes até à definição do ponto seguinte - British Museum. Este local foi uma surpresa assinalável. Parte um - era grátis; parte dois era a aula de história Mundial que nos custou a apreender nos tempos de estudante. Quanto a ponto um, podemos dizer que é uma lição; quanto ao ponto dois, podemos dizer que é uma aula com recurso a diferentes recursos (passe a repetição), pleonasmado sim de exemplos, marcas, sinais, momentos, vestígios, tudo alinhado numa continuidade temporal. Neste percurso mais ou menos (des)alinhado lá percorremos diversas civilizações, diversas geografias temporais. Uma tarde não é suficiente, mas as pernas já se queixavam … pedindo que entrássemos na “civilização do Spa”. Mas … apesar das queixas físicas o percurso diário não acabou e a cereja em cima do bolo foi o Hyde Park. Podendo agora desfrutar de toda a frieza climática, mais intensa do que a do famoso “Jack – o estripador” e relaxando ao sabor dessa brisa tínhamos um objectivo – encontrar uma “cache” na imensidão do parque (o Geocaching do Engenheiro sempre presente!). A noite caía e os resultados tardavam em aparecer, mas perante a desilusão, havia alguém que se divertia – era ver o Domingos e o Rui numa luta de bolas de neve … o que os putos se divertiam! Depois de tanta insistência lá … desistimos. Desta vez (e pareceu-me ser a única) uma cache ficou por encontrar. O Miguel fez beicinho, mas lá o animámos com o calor do grupo, no caminho para os nossos aposentos.

Seguiu-se uma hora de relaxamento nos quartos para se seguir a hora da refeição mais desejada. Após o jantar, os resistentes (todos excepto os mete-nojo António e Joana) lá foram conviver com os beefs até um bar da zona. O que lá se passou, apenas no dia seguinte o soube … e adormeci!Mas tive que acordar pois fui invadido por grande parte do grupo para uma espécie de “Tertúlia sobre assuntos mundanos”. Nem sei quantos eram a entrar pelo quarto dentro… mas entre os entraram e saíram, lá ficaram quatro. A conversa durou … durou e os assuntos (importantes) vão ficar em segredo (cada um que faça o melhor uso deles…!). Foi uma troca de experiências interessante, uma excelente sessão de cidadania.
Passadas algumas horas … o pessoal ia aterrando … até à manhã seguinte!
8 de Fev. – Dia do Regresso
Numa espécie de sondagem à boca das urnas, cerca de 95% do grupo era da opinião que a viagem deveria continuar mais um ou dois dias. Bom sinal!Esta manhã, ainda livre, serviu para cada um explorar as vistas/visitas que iam de encontro à sua vontade individual. Assim, enquanto uns preferiram um passeio a pelas ruas da cidade, outros continuaram a exploração cultural (Mme Tussaud’s, Museu de História Natural, Imperial War Museum, …).O Big Ben … cruel … assinalava as 14 horas – hora de reunir as tropas e preparar o regresso. A vontade de voltar era muito reduzida, mas nada havia a fazer … só nos restava regressar à vida real!
Lá apanhamos o transfer em direcção ao aeroporto, gozando nesse trajecto das últimas vistas (Piccadilly, Chinatown, …).
A viagem de avião e … aterramos no nosso ponto de origem e … pronto … despedimo-nos…
Esta viagem vai ficar gravada na memória de todos, mas nem que fosse apenas na memória de um, já tinha valido a pena. Ficará marcada em cada um de forma diferente, pois também todos nós somos diferentes… mas apesar das nossas diferenças … ousamos em comum sonhar e conseguimos realizar um projecto comum.
Realizar.
Digo eu …
Até sempre … EFA NS TA
António Pinto
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Dinâmicas de grupo - a verdade escondida!

Sempre gostei de pessoas! Passo imenso tempo a observar as suas dinâmicas ... mas quanto mais observo ... menos descubro! Tem dias …
Por essa razão o meu coração é grande e cabem lá todos! Contradição? Vejamos.
Enquanto alguns não percebem as razões dos outros e tomam a decisão de os marginalizar, eu procuro praticar o "segredo da inclusão".
Qual é esse segredo?
Pensar que todas as pessoas têm razões para agir desta ou daquela maneira. Logo ... merecem a minha confiança, o meu apreço ... o meu amor!
Sou inclusivo ou tenho o coração grande?
Sou prático! Porque razão vou ser "mau" para alguém pelo facto desse alguém ter (eventualmente) prejudicado outro. É assim que habitualmente se faz na sociedade, daí as políticas de integração e reinserção serem o que são!!!! (Aprendi muito na cadeia ... dou lá formação, não é crime!!).
Vejamos a seguinte sequência de acontecimentos:
-O cidadão A prejudica (eventualmente) o cidadão B;
-O cidadão B conhece o cidadão C e narra a sua história;
-O cidadão C que se "dava bem" com o cidadão A, esfria a sua relação com ele.
-O cidadão D assiste a tudo isto de fora, de longe, mas como simpatiza mais com C, logo age fazendo justiça contra A;
-(...)
Por essa razão o meu coração é grande e cabem lá todos! Contradição? Vejamos.
Enquanto alguns não percebem as razões dos outros e tomam a decisão de os marginalizar, eu procuro praticar o "segredo da inclusão".
Qual é esse segredo?
Pensar que todas as pessoas têm razões para agir desta ou daquela maneira. Logo ... merecem a minha confiança, o meu apreço ... o meu amor!
Sou inclusivo ou tenho o coração grande?
Sou prático! Porque razão vou ser "mau" para alguém pelo facto desse alguém ter (eventualmente) prejudicado outro. É assim que habitualmente se faz na sociedade, daí as políticas de integração e reinserção serem o que são!!!! (Aprendi muito na cadeia ... dou lá formação, não é crime!!).
Vejamos a seguinte sequência de acontecimentos:
-O cidadão A prejudica (eventualmente) o cidadão B;
-O cidadão B conhece o cidadão C e narra a sua história;
-O cidadão C que se "dava bem" com o cidadão A, esfria a sua relação com ele.
-O cidadão D assiste a tudo isto de fora, de longe, mas como simpatiza mais com C, logo age fazendo justiça contra A;
-(...)

Passado muito tempo (1 dia, 1 ano ... nunca) o cidadão B reconhece que o A nunca o tinha prejudicado e voltam a entender-se ... as voltas que o mundo dá!
Entretanto ... "muitos filmes foram feitos", muitas coisas foram ditas, muitos mal-entendidos aconteceram ... muitos desencontros se deram.
Deixem-me acreditar na minha teoria ... por favor!!
Deixem-me acreditar que as pessoas que gosto são boas e desinteressadas. Deixem-me "levar com pancada" se for caso disso!
Deixem-me ter essa contribuição para um mundo, que não sei se é melhor ou pior, mas é aquele em que gostaria de viver.
Sejam inclusivos ... partilhem o segredo, ou se não forem capazes ... ignorem, não falem, não critiquem, não "desambientalizem".
Apenas há lugar para dois tipos de pessoas: as de quem gosto (felizmente são muitas) e as que não gosto ou não conheço. Em relação às primeiras, transmito-lhes o segredo em forma de calor ... dou-lhes amor; no tocante às segundas ... deixo-as longe do meu pensamento! Perante estas fico indiferente, logo não gasto energia a criticar ... canalizo-a para dar às primeiras!
Enquanto "condutor" de pessoas procuro passar o segredo. As reacções são duas: alguns vêem sentido na teoria, outros não. Os primeiros podem agora passar à segunda etapa - passar a mensagem, tornando-se isto numa espécie de pirâmide invertida em que sou apenas um ponto, um vértice, um suporte para a estrutura que se alarga para o topo. Os segundos - sejam felizes!
Percebem agora porque uma das minhas obras de eleição é "Favores em Cadeia". Mal sabia que à segunda-feira é o dia de ir para a cadeia (Custóias) - palco ideal para os favores, mas deixo isso para as estruturas já montadas.
Tudo é relativo, tal como o segredo deste segredo, tal como eu ou as minhas ideias, ou qualquer um dos leitores deste post.
Se assim é, façamos diariamente exercícios de relativização ... vamos começar!
1- Todos somos diferentes (óbvio!);
2-Não podemos gostar de toda a gente de igual forma (claro como a água!);
3-Devo gastar energia com quem gosto (não sou idiota!);
4-Devo ignorar quem não quero no pensamento (lógico!)
Logo ...
"devo ser cauteloso em criticar e generoso em elogiar"
...porque...
-que direito temos de julgar?;
-quem nos habituou a herdeiros do justiceiro?
...mais um exercício (idiota!!! e um bocado panisgas!!!) ... pratiquem...
Por cada crítica feita devemos beijar cada uma das pessoas de quem gostamos (uma espécie de lei de compensação).
Como eu gosto de muita gente, não me chegavam as 24 horas do dia para beijar ... todos!
(Já estou a imaginar algumas pessoas a provocar a ira em mim só para serem beijadas!!!)
Logo, para não criar injustiças, opto pelo facilitismo - não critico ... muito ... às vezes ... com alguns ...!
Não que não goste de beijar, mas porque tenho o meu tempo todo contadinho ... para as coisas boas.
O que são coisas boas?
Aquilo que faço: FAZER/CRESCER COM/AS PESSOAS
Eis o segredo!
"devo ser cauteloso em criticar e generoso em elogiar"
...porque...
-que direito temos de julgar?;
-quem nos habituou a herdeiros do justiceiro?
...mais um exercício (idiota!!! e um bocado panisgas!!!) ... pratiquem...
Por cada crítica feita devemos beijar cada uma das pessoas de quem gostamos (uma espécie de lei de compensação).
Como eu gosto de muita gente, não me chegavam as 24 horas do dia para beijar ... todos!
(Já estou a imaginar algumas pessoas a provocar a ira em mim só para serem beijadas!!!)
Logo, para não criar injustiças, opto pelo facilitismo - não critico ... muito ... às vezes ... com alguns ...!
Não que não goste de beijar, mas porque tenho o meu tempo todo contadinho ... para as coisas boas.
O que são coisas boas?
Aquilo que faço: FAZER/CRESCER COM/AS PESSOAS
Eis o segredo!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Liderança ... ou falta dela!
Qual o significado da expressão: "Tê-los no sítio"!
Seja homem, mulher, ou nenhum dos dois, todos somos líderes! Em casa, no trabalho, no grupo de amigos... Todos somos, calma aí! Todos tomamos decisões, todos temos opinião, todos gostamos de comandar e dar nas vistas... mas nem todos temos as ferramentas correctas, e indispensáveis, nem tão pouco a habilidade para sermos LÍDERES.
Procurando nos "catrapassos" teóricos sobre o tema apresento alguns considerandos.
Esquisitice # 1 -Um líder é alguém que sabe o que fazer e não deverá perder a tranquilidade. A julgar pelo "trivial", parece que muitos nem sabem o que fazem e que a única forma de por em prática as suas ideias é ... perdendo a tranquilidade. A técnica do "quanto mais alto e ruidoso, mais eficaz" parece ter aqui o palco ideal! Não confundir tranquilidade com sonolência!!!!
Esquisitice # 2 - Um líder não deve marginalizar nem rejeitar nenhum dos seus colaboradores. Mais um palco ideal para o líder mostrar as suas capacidades. Não só marginaliza e rejeita, como tem a hábil capacidade de o fazer com os mais capazes. Os nossos líderes entendem o capaz como um anormal. Por essa razão considera-o dispensável. A técnica a usar é gira! É a técnica de "empurrar para a beira do prato" até que com garfo ou sem ele ... ele deslizará para fora! Os líderes têm aversão a uma ideia: " fazer sentir que os outros são importantes".
Esquisitice # 3 - Um verdadeiro líder não usa o seu grupo para interesses pessoais. Nada disso! Ele interessa-se pelo bem do grupo. O grande problema é que costuma confundir o grupo consigo mesmo.
Esquisitice # 4 - Um líder está sempre disponível e pronto a atender! Excepto quando não está disponível ou não quer atender. Aí ele tem coisas muito importantes a fazer, de forma que as pessoas passam para segundo plano. Perdeu-se um "líder emocional". Este, na minha opinião, é um ser que percebe que não se pode tratar as pessoas como recursos humanos ... sem ter percebido que eles antes de mais são... humanos!
Esquisitice # 5 - Um verdadeiro líder distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importante e o acessório. Não se comporta como um verdadeiro falso, um superficial sem profundidade, valorizando o acessório, simplesmente porque não consegue perceber o que é... realmente importante!
Esquisitice # 6 - Do ponto de vista teórico o líder facilita a interacção do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, sem precisar de dominação. Na realidade o líder costuma atrapalhar, e ele próprio cria bloqueios. Porquê? Não ouve, não sente o pulsar dos que com ele colaboram. Tem dificuldade em criar um ambiente acolhedor, pois julga que, caso não exista uma voz dominante, ninguém o respeita. Pois bem o que ele consegue é, quando muito, ser tolerado, agora respeitado ...
Esquisitice # 7 - Um verdadeiro líder pensa que o bem sempre acaba por vencer o mal. Ele, jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem perigo, sombra e fracassos. Ele terá que ser um optimista, jamais um pessimista. Mas não… eles insistem em criar um ambiente "escuro", sombrio ... para que os outros tenham dificuldade em vê-lo (a ele líder) tal como ele é! É uma estratégia de defesa, pois no meio da confusão, trevas, numa ambiência nivelada por baixo, é mais fácil ser capaz!
Esquisitice # 8 - Sabe prever, evita a improvisação. Pensa em todos os pormenores. Um verdadeiro líder pensa mesmo em todos os pormenores, porque estes são realmente importantes. A vida é feita de pormenores. Justifica-se, pois não me parece existir a palavra "pormaior". O que acontece na realidade é a super, mega, hiper valorização das coisas grandes, de visibilidade, e as pequenas coisas (afinal, as que fazem a diferença) são esquecidas.
Esquisitice # 9 - Um verdadeiro líder acredita na possibilidade de que os seus colaboradores saibam encontrar por si mesmos as soluções. Ao invés de achar que eles só lhe causam problemas.
Esquisitice # 10 - Deverá dar a oportunidade para que os outros se promovam e se realizem, procura proporcionar todas as condições para que o grupo funcione bem. Pelo contrário, insistentemente, procura promover-se a si com o bom trabalho dos colaboradores e se o grupo funciona é porque o mérito é todo seu ... fez as escolhas certas. Esquece-se que o trabalho não feito de escolhas , mas sim de dinâmicas, e essas só se conseguem com ferramentas hábeis, de trato fácil, de honestidade e inteligência emocional, ao dispor apenas… de alguns!
Esquisitice # 11 - Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados. Não deve ser uma pedra na engrenagem, não deve brincar com o trabalho dos outros e os resultados não podem, nem devem, ser atingidos de qualquer forma. O que vemos? "Encrencas" a emperrar o desejável funcionamento da marcha, tomando como prioridades as suas e não AS verdadeiras prioridades, para além dos resultados obtidos poderem ser algo discutíveis quer na forma, quer no método, utilizados para os atingirem.
Esquisitice # 12 - Um verdadeiro líder deverá ser agradável, sabe conversar com todos. Não deverá tratar os seus colaboradores com desapego, como seres inferiores, como gente sem nível, apenas como um recurso ao seu dispor e que servem para o necessário, mas para mais nada!
Esquisitice # 13 - Diz o que pensa. As suas acções correspondem às suas palavras. Sistematicamente o líder não diz o que pensa. Pensa e selecciona o que diz. As "boas" notícias, faz questão de transmitir. As "más" manda alguém dizer. Para além disto ele deveria preocupar-se com o exemplo e as suas palavras deveriam ser enquadradas pelas suas acções, mas tal não é frequente acontecer. Não é um exemplo, pois não diz o que pensa com frontalidade, nem tem coragem de fundamentar seus actos.
Esquisitice # 14 - Um líder deverá enfrentar as dificuldades. Não deverá fugir a elas nem descarregar nos outros. O habitual acontecer é estar lá para recolher os louros e... empurra os outros para levarem com as balas. Para além disso usa os outros como "sanita" no sentido em que descarrega tudo: o justo e o injusto, o verdadeiro e falso, os problemas e não as soluções.
Esquisitice # 15 - Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo. O normal é buscar a verdade que mais lhe convém, para além de aceitar como verdade tudo o que lhe dizem, sem "tirar a limpo". Passa por cima de todos, pois o entendimento que faz é que o lugar dele é no topo, e ele chega lá no sentido mais literal.
RESULTADOS:
1) Se é líder e se reviu no lado negativo em mais de metade dos itens enumerados, lamento mas é provável que seja um mau líder. Se foram mesmo muitas é provável que seja líder por nomeação política ou por cunha partidária. Seja qual for a via é claro que é um idiota. Não sou contra as cunhas! Sou a favor da competência. Mude, não deixe ficar mal quem o "cunhou", o "nomeou"... Se ainda está com dificuldade em saber quanto é metade de 15 ... encontrou a resposta, não procure mais! Não leia mais nada ... fique por aqui....
2) Se é líder e se reviu no lado positivo em mais de metade dos itens enumerados, lamento mas deve tratar-se de um trabalhador incansável, inteligente, disponível, para além de boa pessoa. Lamento porque nunca chegará a líder... pois não tem o perfil. Não é idiota! Parabéns... mas paciência!
Este artigo é dedicado a todos os líderes que já tive, tenho e terei. Também é dedicado a mim mesmo, pois enquanto líder, cometo imensas falhas, mas tenho uma preocupação: leio muitas vezes estas 15 “esquisitices” e procuro no dia seguinte fazer as coisas de uma forma melhor …
Este artigo é dedicado a todos os líderes que já tive, tenho e terei. Também é dedicado a mim mesmo, pois enquanto líder, cometo imensas falhas, mas tenho uma preocupação: leio muitas vezes estas 15 “esquisitices” e procuro no dia seguinte fazer as coisas de uma forma melhor …
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Cidadania,
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Escandaloso!
Amy Winehouse ... muito mais lúcida ... após o divórcio.

A famosa intérprete britânica anunciou que só regressa a Portugal no próximo tour por consideração ao autor deste blog (ver foto). Mais, adianta em revelação surpreendente, que na sua última passagem por Portugal, as coisas não correram bem devido a um conjunto de factores. Enumerou-os, não por esta ordem, mas isso também não interessa!
Justificou o seu estado etilizado(?!?) no Rock in Rio pelo facto de ter sido surpreendida pelo roubo que sofreu em Portugal. Bebeu para esquecer, segundo a própria, e tudo começou quando viu a percentagem de descontos (IRS, IVA, Seg. Social, Imposto de selo, ...) no seu recibo! Continuou a beber após tomar conhecimento que os assistentes que exigiu no seu camarim, tinham vindo de uma repartição pública, ao abrigo da lei da mobilidade da função pública.
A gota de água (... H2Olccóol) ficou a dever-se ao facto de lhe terem colocado um Magalhães no camarim, quando o pedido era um Mac.

Numa última declaração prestada, a cantora mostrou-se surpreendida com o facto de a percentagem de alcoólicos em Portugal ter vindo a diminuir. Não compreende, pois o número de acontecimentos na categoria "para esquecer" tem vindo a aumentar de forma exponencial. Finalizou dizendo que brevemente iremos todos (em Portugal) precisar de uma Rehab.
I know ... I know, I know!
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