Descarrego quando e quanto quero! Temos dias que é suficiente meia carga, outros, porém, nem a carga completa chega! Este espaço servirá apenas para um único fim: "clismar" o vai na alma do ANTÓnio. Os assuntos? Tudo o que seja necessário. Reflexões várias sobre ... as aprendizagens da vida!! Podem puxar o ANTOclismo. Enviem "coisas" para o seguinte endereço: apintogeo@gmail.com .
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Team Building - CFPSA
"Roda dos Ventos"

quinta-feira, 12 de março de 2009
EFA NS TA ... FIM!
... mais dia ... igual a tantos outros ... ou não!
Hoje, os sentimentos que me invadem são numerosos e contraditórios! A única palavra que me ocorre é ... alívio! Porquê? Por ter virado mais uma página, por ter conduzido o barco a bom porto. Por ter "aligeirado" a carga sobre os meus ombros, por ter, também eu, dado início a uma nova fase de vida ... pessoal e profissional.
A todos que, durante o longo percurso de ano e meio, fizeram parte da minha vida, o meu OBRIGADO! A todos, e de forma individual, os saúdo, parabenizo, e faço votos de muito sucesso.
A todos, de forma individual, que me ensinaram algo de novo. O quê? Ensinaram-me que ...
"o somatório de todas as partes é sem dúvida maior ... muito maior, que o todo no conjunto"
Até sempre ... digo eu!
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Carnavalices...



domingo, 15 de fevereiro de 2009
O primeiro resultado do qual vos dou conta é então o mapa construído. Intitulado “Um só mundo … múltiplas culturas” retrata-nos de forma imagética a diversidade de geografias vividas por cada um dos povos mundiais.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Será?
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O Certo e o Errado - valsa desencontrada!

London, Fev '09
Digo eu... são coisas que eu penso... coisas que digo...
London,
5 de Fevereiro de 2009.
Qual iniciativa, qual sonho, qual ideia, qual Objectiv@, qual... qualquer que tenha sido o propósito... chegamos!Na realidade, enquanto alguns tentam minimizar e usar o “complicómetro”, há alguém que ousa o impossível e, como por artes mágicas, tal desejo torna-se tangível.No âmbito do Curso EFA NS TA (2007-2009) realizado no Forpescas/FOR-MAR, o grupo decidiu desejar o impossível, o improvável, a novidade...A mim, enquanto (ir)responsável por este grupo, só me restou uma opção -dizer sim (ainda não aprendi a dizer NAO! E desta vez ainda bem!). Mas mais do que dizer que sim, tal tarefa tornou-se, para mim, mais um objectivo a atingir no Curso com o grupo. Como se para mim viajar não fosse em si mesmo um objectivo (de vida!)
Bom ... a ideia surgiu e com o tempo foi ganhando corpo e firmeza. Projecto abraçado, não por todos (cujo facto lamento) mas, com a dedicação de muitos revelou-se sério, capaz e com sentido!
5 Fev’09…
Cá estamos em Londres, um grupo de 13 pessoas com boa disposição, alegria e uma boa dose de loucura (enfrentar as agruras do tempo com temperaturas negativas, naquele que se revela ser o Inverno mais rigoroso das últimas décadas).Durante o voo ocorreu-me uma daquelas idiotices do costume e disse: “Este é um grupo 100%. Segundo as leis mais básicas da Matemática estamos 55% dos formadores e 45% dos formandos, ou seja … 100%”. É obvio que nas conversas de todos são lembrados todos aqueles que, por uma ou outra razão não estiveram connosco. De forma diferente, também contribuíram para este projecto … também são parte do grupo.Voltando à viagem … o denominador comum é o frio! Temperaturas que rondam os zero graus e com uma sensação de frio na ordem dos dez graus negativos, lá iniciámos o plano/roteiro traçado.Assim, depois da instalação no Hotel seleccionado - “Eden Plaza Hotel” em Kensington, a manhã seguinte deu início à nossa jornada.
6 Fev ‘09
Começamos por experimentar as sensações do Metro de Londres “… Mind a Gap”, que nos conduziu até ao primeiro ponto de paragem – Buckingham Palace. Depois de umas snapshots aos aposentos reais, ricamente decorados pela neve nos jardins, lá percorremos esse espaço sempre com o ranger de dentes, não por temor à majestade, mas pelo frio que nos acompanhava.O nosso périplo lá continuou pelo St. James’s Park cujas águas lacustres eram espessas, geladas e onde os patos não nadavam, mas andavam em passos desconfiados…
Passagem breve pelos Horseguards, onde podemos assistir ao render, seguindo de imediato por Downning Street, cujas obras perduram no tempo (já existiam em Agosto de 2008 quando visitei pela última vez) e cujo zelo pela segurança parece ser cada vez mais apertado, factos que impossibilitam o desfrute dessa emblemática residência do número 10. Seguimos sem perder tempo para a Abadia de Westminster, Parliament e Big Ben. Nesse momento – 12 horas em ponto, sentimos o pulsar do mais famoso e pontual relógio do mundo. O frio ainda nos acompanhava … e a chuva … e a neve!
Com coragem e com o conforto da refeição, lá desafiamos a gravidade e ousamos ver Londres do céu. O Londons Eye, novo ex-libris da capital do Reino Unido, foi o passo seguinte. Poucos foram os corajosos a desafiar as alturas mas, certamente que a experiência valeu a pena … não foi Susana? (tremeu um pouco mas nada de grave). As vistas da névoa e da neve (pouca) que insistia em cair fizeram alargar horizontes e permitiram ter uma panorâmica de grande parte do espaço urbano londrino.
Outra landmark da cidade foi o destino seguinte – London Bridge. Admirável, pela originalidade e imponência, unifica duas partes bem distintas. A nossa visita fez-se de saltos na história e deixando este emblemático ícone, retrocedemos na linha do tempo até à Tower of London. Aí o misticismo assume ainda mais enfoque e toda uma imagética nos ocorre.
Dando um novo salto temporal, bem mais para o presente futurista nos deparamos com a zona de Piccadilly Circus. Toda a simbologia da imagem comanda e dá riqueza àquela área “neonnizada”, fruto da cultura liberal do capitalismo. Local ideal para as compras (a preço reduzido, pois também por aqui as agruras da economia se fazem sentir … quem diria!), lá percorremos algumas artérias até desembocar na Tragfalgar Square, junto à National Gallery. Agora sim … a neve aparecia mais amiúde e o frio era cortante…A noite caía e o regresso para uma refeição reconfortante era o desejo, não antes sem experimentarmos o undergroud como ainda não o tínhamos sentido – hora de ponta!! “(Re)Mind a Gap”.
Depois da degustação e dos efeitos do calor da refeição, as forças saíram reforçadas e a noite de descanso (!!!!????!!!!) foi possível.7 Fev ‘09No dia seguinte, prontos para mais uma jornada lá recomeçamos …O frio continuava …Pela manhã bem cedinho e seguindo o plano “Dettol”, dirigimo-nos a Nothing Hill, mais concretamente até “Portobello Market”. Este local, único, místico, curioso, frenético … tinha um ritmo agitado. Depois de alertados, pela polícia, para a existência de “Pickpockets” (“remexedores de bolsos”), lá fomos acotovelando este e aquele em busca de observar as “esquisitices” passíveis de serem adquiridas. Tudo o que é possível de imaginar … está lá!!! Outra característica deste lugar é a excentricidade, uma paranóia colectiva, um cocktail de loucuras, que transborda e se vê nas características das casas, das pessoas, do ambiente.Quando olhamos para o relógio, era já hora de saciar o bichinho da alimentação. Mais uma vez e com recurso fácil à “fast-food” lá “enchemos o papo”.
O plano continuava, agora numa fase de ajustes e reajustes até à definição do ponto seguinte - British Museum. Este local foi uma surpresa assinalável. Parte um - era grátis; parte dois era a aula de história Mundial que nos custou a apreender nos tempos de estudante. Quanto a ponto um, podemos dizer que é uma lição; quanto ao ponto dois, podemos dizer que é uma aula com recurso a diferentes recursos (passe a repetição), pleonasmado sim de exemplos, marcas, sinais, momentos, vestígios, tudo alinhado numa continuidade temporal. Neste percurso mais ou menos (des)alinhado lá percorremos diversas civilizações, diversas geografias temporais. Uma tarde não é suficiente, mas as pernas já se queixavam … pedindo que entrássemos na “civilização do Spa”. Mas … apesar das queixas físicas o percurso diário não acabou e a cereja em cima do bolo foi o Hyde Park. Podendo agora desfrutar de toda a frieza climática, mais intensa do que a do famoso “Jack – o estripador” e relaxando ao sabor dessa brisa tínhamos um objectivo – encontrar uma “cache” na imensidão do parque (o Geocaching do Engenheiro sempre presente!). A noite caía e os resultados tardavam em aparecer, mas perante a desilusão, havia alguém que se divertia – era ver o Domingos e o Rui numa luta de bolas de neve … o que os putos se divertiam! Depois de tanta insistência lá … desistimos. Desta vez (e pareceu-me ser a única) uma cache ficou por encontrar. O Miguel fez beicinho, mas lá o animámos com o calor do grupo, no caminho para os nossos aposentos.

Seguiu-se uma hora de relaxamento nos quartos para se seguir a hora da refeição mais desejada. Após o jantar, os resistentes (todos excepto os mete-nojo António e Joana) lá foram conviver com os beefs até um bar da zona. O que lá se passou, apenas no dia seguinte o soube … e adormeci!Mas tive que acordar pois fui invadido por grande parte do grupo para uma espécie de “Tertúlia sobre assuntos mundanos”. Nem sei quantos eram a entrar pelo quarto dentro… mas entre os entraram e saíram, lá ficaram quatro. A conversa durou … durou e os assuntos (importantes) vão ficar em segredo (cada um que faça o melhor uso deles…!). Foi uma troca de experiências interessante, uma excelente sessão de cidadania.
Passadas algumas horas … o pessoal ia aterrando … até à manhã seguinte!
8 de Fev. – Dia do Regresso
Numa espécie de sondagem à boca das urnas, cerca de 95% do grupo era da opinião que a viagem deveria continuar mais um ou dois dias. Bom sinal!Esta manhã, ainda livre, serviu para cada um explorar as vistas/visitas que iam de encontro à sua vontade individual. Assim, enquanto uns preferiram um passeio a pelas ruas da cidade, outros continuaram a exploração cultural (Mme Tussaud’s, Museu de História Natural, Imperial War Museum, …).O Big Ben … cruel … assinalava as 14 horas – hora de reunir as tropas e preparar o regresso. A vontade de voltar era muito reduzida, mas nada havia a fazer … só nos restava regressar à vida real!
Lá apanhamos o transfer em direcção ao aeroporto, gozando nesse trajecto das últimas vistas (Piccadilly, Chinatown, …).
A viagem de avião e … aterramos no nosso ponto de origem e … pronto … despedimo-nos…
Esta viagem vai ficar gravada na memória de todos, mas nem que fosse apenas na memória de um, já tinha valido a pena. Ficará marcada em cada um de forma diferente, pois também todos nós somos diferentes… mas apesar das nossas diferenças … ousamos em comum sonhar e conseguimos realizar um projecto comum.
Realizar.
Digo eu …
Até sempre … EFA NS TA
António Pinto
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Dinâmicas de grupo - a verdade escondida!

Por essa razão o meu coração é grande e cabem lá todos! Contradição? Vejamos.
Enquanto alguns não percebem as razões dos outros e tomam a decisão de os marginalizar, eu procuro praticar o "segredo da inclusão".
Qual é esse segredo?
Pensar que todas as pessoas têm razões para agir desta ou daquela maneira. Logo ... merecem a minha confiança, o meu apreço ... o meu amor!
Sou inclusivo ou tenho o coração grande?
Sou prático! Porque razão vou ser "mau" para alguém pelo facto desse alguém ter (eventualmente) prejudicado outro. É assim que habitualmente se faz na sociedade, daí as políticas de integração e reinserção serem o que são!!!! (Aprendi muito na cadeia ... dou lá formação, não é crime!!).
Vejamos a seguinte sequência de acontecimentos:
-O cidadão A prejudica (eventualmente) o cidadão B;
-O cidadão B conhece o cidadão C e narra a sua história;
-O cidadão C que se "dava bem" com o cidadão A, esfria a sua relação com ele.
-O cidadão D assiste a tudo isto de fora, de longe, mas como simpatiza mais com C, logo age fazendo justiça contra A;
-(...)

Passado muito tempo (1 dia, 1 ano ... nunca) o cidadão B reconhece que o A nunca o tinha prejudicado e voltam a entender-se ... as voltas que o mundo dá!
Entretanto ... "muitos filmes foram feitos", muitas coisas foram ditas, muitos mal-entendidos aconteceram ... muitos desencontros se deram.
Deixem-me acreditar na minha teoria ... por favor!!
Deixem-me acreditar que as pessoas que gosto são boas e desinteressadas. Deixem-me "levar com pancada" se for caso disso!
Deixem-me ter essa contribuição para um mundo, que não sei se é melhor ou pior, mas é aquele em que gostaria de viver.
Sejam inclusivos ... partilhem o segredo, ou se não forem capazes ... ignorem, não falem, não critiquem, não "desambientalizem".
Apenas há lugar para dois tipos de pessoas: as de quem gosto (felizmente são muitas) e as que não gosto ou não conheço. Em relação às primeiras, transmito-lhes o segredo em forma de calor ... dou-lhes amor; no tocante às segundas ... deixo-as longe do meu pensamento! Perante estas fico indiferente, logo não gasto energia a criticar ... canalizo-a para dar às primeiras!
Enquanto "condutor" de pessoas procuro passar o segredo. As reacções são duas: alguns vêem sentido na teoria, outros não. Os primeiros podem agora passar à segunda etapa - passar a mensagem, tornando-se isto numa espécie de pirâmide invertida em que sou apenas um ponto, um vértice, um suporte para a estrutura que se alarga para o topo. Os segundos - sejam felizes!
Percebem agora porque uma das minhas obras de eleição é "Favores em Cadeia". Mal sabia que à segunda-feira é o dia de ir para a cadeia (Custóias) - palco ideal para os favores, mas deixo isso para as estruturas já montadas.
Tudo é relativo, tal como o segredo deste segredo, tal como eu ou as minhas ideias, ou qualquer um dos leitores deste post.
Se assim é, façamos diariamente exercícios de relativização ... vamos começar!
1- Todos somos diferentes (óbvio!);
2-Não podemos gostar de toda a gente de igual forma (claro como a água!);
3-Devo gastar energia com quem gosto (não sou idiota!);
4-Devo ignorar quem não quero no pensamento (lógico!)
"devo ser cauteloso em criticar e generoso em elogiar"
...porque...
-que direito temos de julgar?;
-quem nos habituou a herdeiros do justiceiro?
...mais um exercício (idiota!!! e um bocado panisgas!!!) ... pratiquem...
Por cada crítica feita devemos beijar cada uma das pessoas de quem gostamos (uma espécie de lei de compensação).
Como eu gosto de muita gente, não me chegavam as 24 horas do dia para beijar ... todos!
(Já estou a imaginar algumas pessoas a provocar a ira em mim só para serem beijadas!!!)
Logo, para não criar injustiças, opto pelo facilitismo - não critico ... muito ... às vezes ... com alguns ...!
Não que não goste de beijar, mas porque tenho o meu tempo todo contadinho ... para as coisas boas.
O que são coisas boas?
Aquilo que faço: FAZER/CRESCER COM/AS PESSOAS
Eis o segredo!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Liderança ... ou falta dela!
Este artigo é dedicado a todos os líderes que já tive, tenho e terei. Também é dedicado a mim mesmo, pois enquanto líder, cometo imensas falhas, mas tenho uma preocupação: leio muitas vezes estas 15 “esquisitices” e procuro no dia seguinte fazer as coisas de uma forma melhor …
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Escandaloso!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Mensagem de Ano Novo!

- o dobro das alegrias; metade das tristezas;
- o dobro da saúde; metade das doenças;
- o dobro do trabalho; metade da preguiça;
- o dobro dos rendimentos; metade dos impostos e outros gastos;
- o dobro de diversão; metade das preocupações;
- o dobro da responsabilidade; metade dos "deslizes";
- o dobro do tempo de convívio com os amigos; metade das secas dos "empatas";
- o dobro do profissionalismo; metade das falhas;
- o dobro de honestidade; metade da falsidade;
- o dobro do sexo; metade das "dores de cabeça";
- o dobro dos nascimentos; metade dos desaparecimentos;
- o dobro da paciência; metade do stresse;
- o dobro do amor; metade da agressividade;
- o dobro de beijos; metade das críticas;
(...)

Previsões para ... 2009!

Falando a sério (como se fosse possível) as previsões para o próximo ano são:

terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Factos, acontecimentos, figuras, ... figurinhas e cromos de ... 2008!
Aqui vai a minha ... difícil escolha:
A - ANTOclismo® - já é um acontecimento! Apenas com 20 dias de vida já teve mais de 250 páginas visitadas. Vale a pena o destaque?!?!
B - BCP, BPN, BPP, Bolsa, B... - A situação posta a nú ... mas que todos nós já sabíamos. Como sou do Porto podia acrescentar o Bictor (Constâncio) como um colaboracionista! Parabéns, pelo caos a que ... ainda não chegamos! O que falta poderá ser pior!
C - Crise - Esta palavra não sai na nossa boca. A pergunta é ... será que já batemos no fundo? Por favor alguém me responda positivamente! Crise económica, crise de valores, crise na educação, crise na justiça ... crise! E eles a dizerem ... não há crise! Engulam!
D - Democracia - Tenho 33 anos e sempre me habituei a viver com ela. Sinto, contudo, ultimamente, alguns tiques de falta da mesma. A comunicação social, sondagens ... o "bufismo e delacção" como prioridade. Será impressão minha! Será mania da perseguição?
E - Educação- Os problemas da Educação não se resumem a estas lutas intestinas entre ME e Plataforma. Isso é a ponta do iceberg. O que está mal é: premiar o facilitismo, deixar de valorizar a excelência e o sucesso, fabricar resultados/estatísticas, ter salas com 25 e 30 alunos, as escolas não terem condições físicas ... Que futuro será o deste país? Que educação terão os meus descendentes? Que valores transmite a escola? Qual o papel dos professores (onde me incluo)? Reforma ... que reforma? Reforma é mudar para melhor ... ou será mudar por mudar?
F - Fidel Castro - Chegou ao fim a sua governação directa, o que não significa que a "revolução castrista" tenha chegado ao termo. A transição foi tranquila e sem os esperados (e desejados por muitos) momentos de revolta e caos. A pergunta que se impõe é: o que vai mudar?
G - Gatos Fedorento - Honra seja feita a quem ainda nos consegue por a rir! Este humor pertinente merece destaque. Mas os rumores de interferência do poder na "linha editorial" não passaram disso mesmo? A minha mania da perseguição? A Autoridade da Comunicação a sugerir que se distribuissem os sketch's de igual tempo entre governo e oposição? É lógico? Vão ceder? Ou sou eu a ser perseguido?
H - Hospitais - Já ninguém se lembra que fecharam não sei quantas urgências de hospitais. Como posso eu ir viver para Bragança (por exemplo), se já não há meninas brasileiras ... e agora não há serviços médicos! Boa forma de contariar a desertificação do interior!
I - Insegurança - O ano de 2008 foi marcado por vários momentos em que o sentimento de insegurança passou por todos nós: assaltos violentos às gasolineiras (...ladrão que rouba ladrão ...); assaltos com reféns a bancos (...ladrão que rouba ladrão ...), carjacking, crimes na noite ... Estes acontecimentos mostram a imagem de um país tal como ele é - subdesenvolvido. Senhores que mandam: o desenvolvimento de um país também se mede pelo bem-estar e segurança... e apesar de gostar da América Latina ... não pretendo copiar os seus parâmetros de segurança. Ou será a moeda de troca pelos Magalhães que enviamos?
J - Justiça - Porque não subtrair esta palavra do nosso dicionário? Ela não existe! Fraudes fiscais, crimes económicos, currupção, tráfico de influências no poder político, Casa Pia, Apitos, ... e eu é que sou o burro? Não brinquem connosco!
K - Keynes - Toda a teoria económica, pode não estar em causa, mas está mergulhada numa profunda reflexão. O subprime, as bolsas de valores em (quase) colapso, a crise financeira (para já) e a económica que não tarda ... colocam em causa o que pareciam ser as virtudes de todo um sistema. Continuo a dizer - O sistema não é perfeito ... mas se calhar ainda é o melhor...
L - Lisboa, tratado de - Foi um sucesso ... no dia e ... um grande fracasso pouco tempo depois. "No to Lisbon" não é o nome de nenhuma digressão dos Rolling Stones. É sim frase repetidamente ouvida e que poderia fazer rolar muitas pedras (cabeças). Felizmente, ou não, chegou a crise do petróleo, logo seguida da financeira e a económica ... o que irá apagar (talvez) as repercurssões do "No to Lisbon".
M - Magalhães - "...Louvado sejas o Magalhães ..." Estamos, 2008 anos depois, perante o novo salvador do mundo, ou pelo menos de Portugal. O que importa ter reformados a ganhar 200€ e a gasta-los em medicamentos? O que importa ter escolas em que a chuva escorre pelas paredes (interiores) e o cheiro a mofo é insuportável? De que adianta a taxa de desemprego estar a subir todos os dias? Chegou o Magalhães (para alguns! outros tiveram-no por meia hora até os jornalistas irem embora!) ... acabaram-se os problemas. Espero que para 2009 chegue o Cabral, porque o (que) Gama ...já temos tido... e muito!
N - Nélson Évora - A única medalha de ouro de Portugal nos JO. Merece o destaque, tanto mais por se tratar de uma disciplina técnica, que como todos sabem ... faz excelente uso dos estádios que se construiram para o Euro. Parabéns!
O - Obama, Barack - Uma nova janela de esperança se abre para os EUA e para o Mundo. O futuro será negro, mas contamos com Barack para dar mais cor a este mundo tão cinzento. Espero voltar a acreditar em alguém... Eu acredito!
P - Petróleo - Mais uma vez continuamos reféns deste recurso. Num só ano atingiu o seu valor máximo ... e quase o mínimo. E as consequências que isto tem no dia-a-dia? Não há alternativas para acabar com esta dependência?
Q - Queijo - Parem de dar queijo ao noso PM! Só pode ser esta a explicação para o esquecimento das promessas feitas ... em campanha. Falta de seriedade e honestidade? Não! Prepotência e arrogância? Não. São efeitos colaterais do queijo. Mas agora chegou a nossa vez de comer queijo ... e receber de braços abertos as "oferendas" que estão a chegar. Rapidamente, muitos de nós, se vão esquecer do passado e ... à custa do queijo ... vamos recolocá-lo no poder outra vez.
R - Ronaldo, Cristiano - Teve um ano em cheio (de gajas). Fez uma época brilhante ao alcance de muito poucos. Daí o lugar de destaque que ocupa no panorama do futebol mundial. Estará lá a sua marca ... por muitos anos!
S - Sócrates e os SóCretinos (seguidores) - Numa palavra ... poupem-me! Estou cansado deste modus operandi de gatunagem refinada, de irresponsabilidade desmedida, de ousadia cobarde, de prepotência prepotente, de ... brindes ... agora que estão a chegar as eleições! Sou democrata e respeito os eleitos ... mas orgulho-me de não ter votado naquele "rebanho"!
T - Tragédias Humanas - Continua a verificar-se um pouco por todo lado situações não dignas para a condição humana: Darfur, Iraque, Palestina, Afeganistão, ... Numa civilização do século XXI parece estranho, todos nós, compactuarmos com estas situações ... mas o que podemos nós fazer? Exercer uma Cidadania mais activa!
U - Ufa! está a chegar ao fim 2008! - Foi um ano muito ... muito estranho! Esperemos que o próximo não se revele a continuidade, mas se traduza em ruptura.
V - Vanessa Fernandes - A outra medalha portuguesa no JO - prata. Apesar de saber a pouco fica a certeza que esta atleta ... ainda nos irá dar muitas alegrias! Parabéns!
W - Wall Street - Tão bem protegida quanto aos ataques de terroristas. Tão bem preparada para lidar com os perigos que vinham do exterior ... acaba por (quase) colapsar ... por dentro. O verdadeiro perigo era interno: Madoff's, Subprime, ... and so on. Que lição!
X - Xiiiiii.. - Xiqueiro é assim que se escreve? Deixem lá ... fico por aqui!
Y - Yes we can! - Esta mensagem é forte. Cabe a cada um de nós alimentá-la e fortalecer ainda mais o seu sentido. Não só nos EUA ... mas também por cá! Esta é uma das vantagens da globalização. Sim nós podemos!
Z - Zzzzz....zzzzz - O sono profundo em que estamos mergulhados (Portugal). Quando acordarmos, lá para Dezembro de 2009 ... espero que não seja tarde e que possamos ainda corrigir o tamanho do "fardo" que estamos a deixar para os nossos descendentes.
BOM 2009 ...
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
New York ... the BIG, lovely, imponente... Apple!






Museus - MoMa (arte moderna), Guggenheim, História Natural, ... o tempo não chega!

Fico por aqui ... tengo que ir work!
Paris ... elegante!



Mudança ... em busca de uma cultura de exigência!
A resposta a estas questões podem ser respondidas do ponto de vista teórico recorrendo a diversas perspectivas filosóficas. Irei tentar não recorrer a elas, buscando um discurso mais "terra a terra".
Parto de duas premissas para esta divagação:
1) "Para quê fazer as coisas bem feitas, se as podemos mal e com menos trabalho!"
a) não há a garantia de que fazer as coisas mal se demore menos tempo e que dê menos trabalho ... Não é de todo correcto, se as tivermos de repetir! Bem sei que por vezes fazemo-las mal e ... ninguém dá por isso ... se assim é ... óptimo, pois estamos a dar na medida do que recebemos. Mas será correcto? Não! Entramos numa espiral de erro e seguimos numa torrente de disparates. Qual a solução? Erguer a cabeça acima da multidão e nos distinguirmos pelo que fazemos. Já alguém disse um dia: "É fazendo o que fazemos que nos tornamos o que somos".
b) procure fazer um excelente trabalho! Porquê? Corremos menos riscos! Se apresentarmos um excelente trabalho... nem que tentem, não haverá a possibilidade de nada nos apontarem, logo temos uma vida mais tranquila, com menos stresse, com menos preocupações ... enfim ... começamos a saber viver!
2) "Exigência... é dar o melhor de nós mesmos ao mundo"
a) De que vale a pena queixarmo-nos se ... nada fazemos para deixar a nossa marca. Bem sei que não é fácil construir! Destruir é tão simples ... Será que somos cidadãos responsáveis e exercemos cidadania? NÃO, levamos uma vida tão ocupada que nem temos tempo a perder com aquilo que é ... necessário! Como exercê-la? Deixar um rasto de trabalho que sirva de exemplo para outros ... pode ser um caminho. E como se faz isso? Fazendo bem! Bem sei que fazer bem ... sempre ... não é possível, mas fazer bem muitas vezes é, pelo menos, desejável!
b) Exigir o quê? Exigirmos a nós mesmos que estamos a dar o melhor de nós mesmos aos outros. Não é ser exemplo, nada disso! É mostrar que somos humanos, que fazemos coisas bem feitas, que nos preocupamos, que queremos dar sem a preocupação de nada receber, que ... erramos também! Não há modelos, existem sim referências ... e isso temos obrigação de procurar ser.
Faço sempre bem feito? NÃO. Mas tento sempre fazê-lo? SIM! Por isso tenho o direito de exigir o mesmo dos outros! Isto é cidadania.Vamos contrariar a corrente do "deixa andar", do "que posso eu fazer", do "é sempre a mesma coisa", do "não vale a pena", do ....
Podemos não chegar à perfeição, mas temos o direito de a buscar ...
Podemos não chegar à perfeição, mas temos o DEVER de a buscar ...
Podemos não chegar à perfeição, mas temos a OBRIGAÇÃO de a construir ...
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Natal 2008




sábado, 13 de dezembro de 2008
Escapada a Itália ... SANREMO

Côte d'Azur ... no Inverno.




