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sábado, 11 de junho de 2011

Como sair de Repente para Kagar?

Como sair de Repente para Kagar






P.S. - As duas cidades ficam na Alemanha.

O QUE VOCÊ PENSOU NÃO ME INTERESSA....É MERA INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA

segunda-feira, 21 de junho de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Pescadinha de rabo na boca

Pescadinha de rabo na boca… o sistema que temos!
Há expressões felizes! Esta é uma delas…menos para a pescada!

Tanta coisa poderia ser dita sobre a mesma, por isso acho melhor não acrescentar mais nada!
Kidding…
Este chavão pode ser usado em diversos campos. Hoje, vou usá-lo apenas num contexto – a geopolítica actual. Nos dias que correm, vemos a cada virar de página o fenómeno da pescadinha de rabo na boca. No fundo os nossos “líderes” têm a sua boca no rabo dos seus amigos. Este constante “diz que disse” cheira mal… muito mal, pelo que a explicação reside no facto de terem a sua boca no rabo do vizinho (daí o odor!).
Para quando erguermos nossas armas e por fim a isto?
Para quando vamos ter a força e coragem para correr com eles?
Estou cansado deste sistema, estou farto do mesmo! Estou cansado de receber pouco, de receber tarde e más horas e de ter que, de cabeça erguida, saldar meus compromissos. Estou farto de alimentar de forma íntegra (com trabalho) este sistema que apenas promove o despesismo, o parasitismo e a dependência. Estou farto de sorrir quando a vontade é gritar. Estou cansado de ser optimista, quando todos promovem o negativismo e a miséria.
Estou farto… deste polvo que nos controla diariamente que começa no mesmo ponto em que acaba e que pelo caminho deixa um rasto de oportunismo, de aproveitamento, de ausência de condutas morais, de exploração daqueles que ousam ficar fora dele, e que deixa um rasto de conivência, conveniência e subserviência dos que dele dependem.

Sr. Sócrates, Sr. Presidente, Srs. Deputados, Srs. Gestores Públicos… nunca pensei chegar aos meus 35 anos e estar tão desiludido com toda a corja que vocês representam! Sempre acreditei em democracia, em liberdade, pois nasci com ela, cresci com ela e hoje… olhando para trás… desiludo-me, pois vejo-as apenas como palavras vazias de conteúdo e nada traduzidas em acções.

De quem é a culpa? Também é minha, claro que sim! Tanto mais que eu represento a “geração rasca”. E de facto a expressão assenta-me bem. Estou (à) rasca! A vontade é, deixando de lado, qualquer princípio de cidadania, pedir-vos que se lixem todos, porque eu mesmo à rasca vou continuar por aqui… a resistir e a crescer todos os dias mais um pouquinho, mesmo que me tirem o 13ª, o 14º... me tirem tudo! Mas há uma coisa que não conseguem tirar – os sonhos! Irei por aqui andar e sonhar…

quarta-feira, 17 de março de 2010

Novo paradigma da educação!

Vou partir de um pressuposto, associado a uma questão… factos que me instigaram a reflectir (um pouco mais do que habitual)

“Todos pensam em deixar um planeta melhor para os nossos filhos… Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”

Num dos meus grupos de reflexão, durante o almoço habitual das Terças-feiras, eis que alguém conta uma história passada há algum tempo. Vou narrá-la “adulterando” alguns aspectos. Aqui vai…
Algures na década de oitenta… num país bem pouco distante, aliás muito distante de ser país, um jovem durante seu intervalo das actividades lectivas, decidiu “apalpar” uma colega nos seus peitos, facto que ela (digna de respeito) tratou de relatar ao responsável do estabelecimento educativo. Este, detentor de uma pedagogia activa, pregou um valente estaladão ao prevaricador, convidando-o de seguida a ouvir a sua explicação para tal acção. Explicou ele…
(lembram-se do diácono remédios? Incorporem essa personagem, por instantes!)
-” meu caro jovem, não deves afagar o peito da tua colega, pois vocês são muito novos para tal. Cresce e depois, quando os peitos da tua colega já estiverem madurinhos, poderás fazê-lo, se ela o permitir! Vá, podes ir…”
Cá está um exemplo de pedagogia, quase perfeito! Basicamente obedece à seguinte linha de pensamento:
prevaricação --» castigo (no imediato) --» e acção pedagógica de seguida.

Cá estamos nós em 2010 e… vejamos como as coisas são diferentes.
Convém fazer um grande parêntesis. Temos de reflectir sobre três premissas/dúvidas que se me colocam:
Tal acto é condenável (ou seja, não admissível para o ofendido)?;
Iria existir uma queixa?
Iria haver uma consequência?
Se a resposta a estas questões for SIM, então provavelmente não estaremos em 2010, nem neste sistema de ensino, nem neste país! Mas vamos partir do princípio que era mesmo assim! Como decorreria o procedimento?

Fase 1 – Queixa da ofendida ao responsável. Primeira dificuldade… quem é o responsável? Funcionário que vigia o recinto, director de turma, director? Bem não interessa! Fosse qual fosse o interveniente a resposta seria muito provavelmente uma destas (p.f. escolher a que mais achar oportuna):
“Queixinhas, vens cá fazer barulho por isso, pensas que não tenho mais nada para fazer? “ (versão daquele que tem sempre muito trabalho, mas que não faz a ponta de um chavelho)
“De certeza que a culpa é tua, tu metes-te com eles!”
(versão daquele que criou uma filha do tipo maria-rapaz)
“Deixa lá, mas se isso acontecer outra vez, vem cá dizer-me que eu…!”
(versão do justiceiro, muito justo, que não falha, mas… na próxima é que vai ser)
Oh! Deixa lá, tu até gostaste! (versão do protótipo de macho, quero dizer porco, com a sua habitual sensibilidade extrema!)

Fase 2 – Consequência do acto ilícito.
Manda-se inquirir testemunhas, cada uma com seu relatório sobre o sucedido. Apensa-se a versão da ofendida. Acrescenta-se o relatório do prevaricador. Procura-se/vasculha-se por entre a papelada para aferir se não há um qualquer relatório de algum psicólogo que em tempos acompanhou o prevaricador e, que em alguma alínea, aponta a explicação para o sucedido (ATENÇÃO- respeito e muito o papel do psicólogo, acho mesmo ser uma mais-valia para o sistema de ensino, apenas condeno os “prostitutos da psicologia”). Comunica-se ao Encarregado de educação. Nomeia-se um instrutor para o processo (Instrutor? O processo sabe conduzir e… vai direitinho para o arquivo… morto). Elabora-se mais um relatório com todos os factos ocorridos, mais os dignos de relevo na história educativa do prevaricador, mais, mais … tudo com timings apertadíssimos, mas que já distam da ocorrência no mínimo uma semana, a correr bem. Cá está a acção just in time! Convoca-se uma reunião para decidir as medidas e já ninguém se lembra do motivo da reunião, tanto mais porque, o prevaricador, já prevaricou mais duas ou três vezes. (lembram-se do estaladão que o outro levou na década de oitenta? Não que defenda a punição física, mas ele não se esqueceu e relembra ainda hoje o motivo… pelo que me contaram…!).
Voltando à consequência… já se tinham esquecido? É melhor esquecer…

Fase 3 – Medida pedagógica – Muito provavelmente a consequência mais adequada seria, obrigar o “ser vivo” a passar a limpo os cadernos de físico-quimica, ou o de geografia. Ao fazê-lo, claro que jamais voltaria a cometer o mesmo erro! Aquilo servira-lhe de lição!
Não se pode fazer mais nada exclamam os mais… conformados! Pois não, concordo eu! Por este andar não valerá mesmo a pena! Ah! Já passaram três semanas, desde o sucedido!

Epílogo
Já alguém ouviu falar de autoridade? Seja ela de que tipo for! Aplica-se aos professores, mas de igual modo às forças da ordem, aos pais, avós, às pessoas com responsabilidade social…
Já alguém reflectiu sobre o que estamos a construir? Crianças sem educação, grupos sem razão, políticos com corrupção…
Como vai ser o amanhã? Logo se verá!
No meu papel insignificante enquanto membro activo da sociedade, sublinho insignificante, relembro as palavras sábias de José Régio…

“Não sei por onde vou, não sei para onde vou,
(mas) sei que não vou por aí!
Será que eu podia não ser assim?
Podia...mas não seria a mesma coisa!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Pérolas...jóias da nossa língua.

Eis o novo acordo ortográfico no seu melhor!!!!

Controverso q.b., o novo acordo ortográfico... não chegou a tanto!

Aqui vos deixo um anúncio que deixa os cabelos em pé! Se calhar é essa a intenção ... facilita a depilação.



Depilem tudo o que quiserem, mas não delapidem a nossa língua ... pelo menos a este ponto!
Por onde começar?
Para os mais distraídos:
CABLEIREIRO = CABELEIREIRO. Eu sei que é apenas um "cabelo", mas para quem tem pouco (eu que o diga!), tudo conta!
DEFENITIVA = DEFINITIVA. Eu sei que às vezes o E lê-se I, mas vá lá!
Já agora... não ficaria melhor: CABELEIREIRO E ESTETICISTA, ou pela lógica CABELOS E ESTÉTICA!!!
Outras considerações (masculinas).
Se é mais barato as axilas em relação às virilhas, porque não fazer o pino enquanto depila? Poupa 5€!
O perna de páu deverá depilar duas meias pernas (160€), ou vai pagar os 200€, tendo uma só!
Se formos em grupo podemos depilar as pernas de todos e apenas pagamos 200€?
Nada disto me interessa...
Vou continuar à procura destas pérolas, relaxam, são momentos de LAZER, em detrimento do LASER! Uau a senhora acertou! Devia estar escrito na caixa das instruções da máquina que emite os famosos raios!
Se quiserem o contacto é só pedir! Não o divulgo, por razões óbvias!
Boas depilações!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Experiências radicais… com o melhor amigo do homem!

Cá estou eu de novo, após longa ausência! Não fui, ainda, atacado pelo famoso vírus da moda, não fui também viajar (infelizmente) … tenho é tido falta de tempo! Não que não tenha “cenas engraçadas” para narrar, mas realmente a falta de tempo tem sido a tónica. Novas formações, novos cursos, novos projectos, novas mudanças, enfim… só coisas boas!

Mas hoje não resisto e volto à escrita.

Ontem foi um dia muito sui generis! Aconteceram coisas muito “anormais”. Aliás nos últimos tempos a “anormalidade” tem sido uma presença constante … e ainda bem! Tem piada! Mas ontem dei por mim envolvido em teias curiosas. Após ter vivido uma cena típica da série “Donas de casa desesperadas”, que nem me atrevo a narrar, dei comigo a auxiliar um avô numa dificuldade – avaria do seu carro! Pediu-me ajuda e lá fui eu … sempre na linha da frente.



Numa superfície inclinada (no sentido da subida – não havia alternativa!) lá estava eu cheio de força a empurrar um todo terreno à velocidade espantosa de 1 metro por hora! Metro após metro (milímetro após milímetro), e com o dono do veículo no seu cockpit, lá empurrei e "desempurrei" durante uns largos minutos! Eu transpirava e dono da viatura desesperava. Cada um com sua função – bem haja o trabalho de equipa

O fim da aventura não parecia estar ao nosso alcance, mas eis se não quando… a preciosa ajuda chegou (foi nesse momento que percebi a lógica da frase: “O cão é o melhor amigo do homem!”)!!! Recebi o precioso auxílio de um cavalheiro, com cerca de 80 anos (mas em excelente forma!?!) e … (aqui reside a diferença) o seu cão, que carinhosamente era transportado no seu colo! O “Pirata”(nome do quadrúpede) foi sem sombra de dúvida o “click” necessário para desencravar a situação.



Como calculam uma batalha aparentemente perdida, transformou-se num sucesso ao nosso alcance. Vejam a diferença! Passamos de 4 patas a empurrar um 4x4, para 10 patas para o mesmo veículo (se bem que as patas do Pirata não sentiram o chão!). As forças agora estavam em desequilíbrio, mas felizmente a nosso favor…

Assim, por entre desabafos intermitentes que variavam entre: “Rai’s parta o carro, que ainda agora gastei 500 € nele!” (dono do veículo) ou “Tá quieto piratinha, que quero ajudar os senhores!” (precioso auxílio) ou ainda “Ufff…buuu….up” (eu, ou seja a única coisa mais parecida com forma motriz), lá fomos almejando nosso objectivo

Epilogando … tudo acabou em bem… ou quase! O carro acabou por ficar encostado (foi uma vitória, pois estava no meio da via!); o piratinha não sujou suas preciosas patinhas (não saiu do colo do senhor!), o idoso obteve uma dupla vitória (para além de não ter desamparado o piratinha, ficou com a ideia que ajudou imenso! E ajudou mesmo… numa gargalhada familiar que nos proporcionou!) e eu… que saio sempre vitorioso (!!!!), poderia reclamar do suor no corpo, das roupas que sujei, do esforço dispendido, mas… decidi sorrir e partilhar a minha história com a família, o que transformou um serão normal numa gargalhada geral em família!

Ainda estão a pensar que cena foi aquela típica do “Donas de casa desesperadas”? Quem sabe se não será para uma futura crónica. Agora estou indeciso… não sei se não seria antes uma cena típica de “O sexo e a cidade”! Sem querer estava lá no meio

Até lá… Sorriam!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Avalia o teu Q.I.!

Um sujeito entra num bar novo, hi-tech, e pede uma bebida. O barman é um robô que lhe pergunta:
- Qual o seu QI?
O homem responde:
- 150.
Então o robô serve um cocktail perfeito e inicia uma conversa sobre aquecimento global, espiritualidade, física quântica, interdependência ambiental, teoria das cordas, nanotecnologia e por aí.
O tipo ficou impressionado, e resolveu testar o robô. Saiu, deu uma Volta e retornou ao balcão. Novamente o robô pergunta:
- Qual o seu QI?
O homem responde:
- Deve ser uns 100.
Imediatamente o robô serve-lhe um whisky e começa a falar, agora sobre futebol, fórmula 1, super-modelos, comidas favoritas, armas, corpo da mulher e outros assuntos semelhantes.
O sujeito ficou abismado. Sai do bar, pára, pensa e resolve voltar e fazer mais um teste. Novamente o robô lhe pergunta:
- Qual o seu QI?
O homem disfarça e responde:
- Uns 20, eu acho!
Então o robô serve-lhe uma pinga de tinto carrascão, inclina-se no balcão e diz-lhe bem pausadamente:
- E então meu, vamos votar no Sócrates de novo?